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Pastoral - Anexo 2: O Credo Comentado

 
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NReis
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MessagePosté le: Sam Mai 30, 2015 6:09 pm    Sujet du message: Pastoral - Anexo 2: O Credo Comentado Répondre en citant

O Credo, comentado por Sua Eminência Aaron de Nagan, Cardeal da Santa Igreja Aristotélica


Citation:
Eu acredito em Jah, o Altíssimo Todo-Poderoso,
Criador do Céu e da Terra
Do Inferno e do Paraíso,
Juiz da nossa alma na hora da morte.

E em Aristóteles, seu profeta,
O filho de Nicomaque e de Phaetis,
Enviado para ensinar a sabedoria
E leis divinas do universo aos homens perdidos.


    _________________________


  • Eu acredito em Jah, o Altíssimo Todo-Poderoso,

    Jah é Todo-Poderoso, porque sem Ele nada pode existir. Jah é a fonte de todas as coisas, tanto da matéria como do vazio, por isso é que antes da Criação do mundo, nem o vazio existia porque mesmo o vazio é alguma coisa. Chamamos então a este estado sem existência « O Nada », onde somente Jah existia.

    O tempo, o movimento, a existência e o conhecimento são provenientes do próprio Jah. Ele é a fonte de todas as coisas. Ele é omnipotente porque é suficiente a Jah pensar para que o mundo seja feito; Ele é omnisciente porque ele é a fonte do conhecimento e da existência; Ele é omnipresente porque tudo vem Dele e tudo está Nele.

    Por fim, o Altíssimo, pelo seu estatuto de divino, da fonte da Criação, é infinito e eterno. Por Ele todas as coisas foram feitas e nada do que está feito se faria sem Ele. Ele é o Alfa e o Ómega, que significa «o primeiro e o último».



  • Criador do Céu e da Terra

    Nesta frase está a dimensão do homem. Com esta resposta, tentamos envolver toda a Criação, pois devido à nossa condição, a Terra e o Céu estão em toda a parte. Afirmamos que o Altíssimo criou o Céu e a Terra, onde a posição do nosso olhar, de Oriente ao Ocidente, do Norte ao Sul, só contempla a obra de Jah, e unicamente a Dele.

    Pelo Céu e pela Terra, reunimos assim toda a Criação visível pelo Homem, de modo que a réplica seguinte definirá o que lhe é invisível. No entanto, o Céu e a Terra não se resumem às árvores, ao húmus, às nuvens ou à chuva, eles estendem-se também ao Homem, à totalidade das criaturas vivas, mas igualmente aos sentimentos, às emoções, a tudo o que o homem pode viver e sentir e para que esses sentimentos existam.



  • Do Inferno e do Paraíso,

    Como tudo faz parte de Jah, o Todo-Poderoso está igualmente na origem do Inferno e do Paraíso. É o mundo invisível, por oposição ao mundo visível que é a Terra e o Céu, como nós acabámos de demonstrar. O Livro das Virtudes constitui uma valiosa fonte para conhecer estes locais, principalmente na sua terceira parte que dá pelo título de «O Eclipse», onde um jovem tem um sonho, durante o qual ele visita tanto o Inferno Lunar como o Paraíso Solar.

    Pois embora evoquemos ao longo do tempo que os nossos mortos vão para o Céu, é na verdade para o Sol que eles vão, local de refúgio dos filhos defuntos do Altíssimo, terra da Cidade Celeste. É lá, por detrás da imagem que nós temos dos Portões do Paraíso que Aristóteles e Christos, cercados pelos Arcanjos e Anjos, esperam aqueles que terão conseguido viver uma vida exemplar, virtuosa, aristotélica... Por outro lado, o Inferno Lunar esperará os hereges, os incrédulos e os infiéis que não terão acreditado na existência do Eterno.

    Sobre a Lua reinam os sete Demónios que representam os sete pecados capitais, por oposição aos sete Arcanjos que simbolizam as sete virtudes fundamentais do Aristotelismo e que vivem junto do Criador.



  • Juiz da nossa alma na hora da morte.

    O capítulo do Eclipse do Livro das Virtudes é um texto importante para conhecer o que nos espera depois da morte. Sypous, personagem principal desta parte, relata-nos o seu confronto com o Todo-Poderoso durante o seu sonho, onde ele lhe disse: “Eu compreendi o significado da Salvação. Quando um humano viveu na virtude, conformando-se com a Tua Divina Palavra, transmitida pelo profeta Aristóteles e por Christos, o Messias, tu o autorizas a aceder aos Teus lugares, ao Paraíso, perto do Sol. Se ele se desvia da virtude, recusando ouvir a Tua Divina Palavra, e se abandona aos prazeres terrestres, ao egoísmo, à tentação, às falsas divindades, a Tua infinita sabedoria leva-te a enviá-lo para o Inferno, na Lua, para ser punido para a eternidade. Tu amas-nos, e nós devemos amar-Te também.»
    Esta passagem resume as duas opções que nos são oferecidas quando estamos em frente a Jah no dia da nossa morte. Nós submeteremo-nos então ao Seu julgamento. No entanto, o Altíssimo deixa-nos uma possibilidade, uma escolha, uma última oportunidade de nos redimir, se nós nos juntar-mos a Ele mais rápido do que tínhamos pensado.

    De facto, na sua eterna bondade, Jah permite-nos regressar à vida se, ao chegarmos diante Ele, não nos sentirmos suficientemente virtuosos para merecer o Paraíso, que ao rever a nossa vida a sentença poderia bem ser a condenação eterna no Inferno Lunar. Escolher regressar à vida, é querer mudar o modo de existência e voltar-se agora para o aristotelismo e para os seus valores, porque o segundo julgamento poderia bem ser sem recurso...



  • E em Aristóteles, seu profeta,
    O filho de Nicomaque e de Phaetis,


    Aristóteles o sábio, servidor do Altíssimo, a quem o Verbo Divino foi revelado e quem anunciou a vinda da salvação e da luz.

    Desde Oane, primeiro ser humano a compreender Jah e a conduzir a comunidade original do Todo-Poderoso, os homens foram-se pouco a pouco afastando de Jah para finalmente esquecer a Sua existência. Foi então que ele decidiu colocar a primeira pedra de um edifício que iria tornar-se sem dúvida a segunda obra mais bela da Sua Criação: A Igreja.

    Aristóteles foi iluminado pela luz divina, a sua razão e os seus ensinamentos abriram o mundo para uma nova era, a do retorno da comunidade dos homens no seguimento do Amor infinito do Altíssimo. Ele foi a primeira parte do binómio fundador da Instituição de Jah e ele anunciava já aquele que a completaria: Christos.



  • Enviado para ensinar a sabedoria
    E leis divinas do universo aos homens perdidos.


    Três Logions, símbolos da mensagem de Christos, são algumas das suas palavras reveladoras que foram escritas, servir-nos-ão para explicar, ou pelo menos ajudar a compreender esta passagem do Credo.

    No Logion III, Christos dizia: « Meus amigos, a alma é composta de duas partes: a compreensão e o conhecimento. Aristóteles veio trazer-vos a compreensão, eu venho trazer-vos o conhecimento. Entre Aristóteles e eu tendes toda a diferença entre convencer e persuadir. » Esta frase pode ser complicada e deve ser associada a dois outros Logions afim de ser esclarecida. Ela encontra-se nos Logions IV e V nos quais Christos afirma: « A fé traz a verdade. Mas para a compreender, temos que usar a razão » e « A razão e o misticismo permitem ambos compreender Jah, cada um deles encontra-se em cada um de nós. Vós tendes de encontrar o vosso caminho para o Altíssimo, inspirando-vos na razão de Aristóteles e no meu misticismo. »

    Somos assim confrontados com vários elementos de nós mesmos, da nossa alma e do nosso espírito: A fé, a razão, a compreensão, o conhecimento e o misticismo. Aristóteles toca mais particularmente o nosso espírito, pois Jah revela pela primeira vez a sua doutrina luminosa e os seus ensinamentos, doutrina que anunciava de forma profética o ensinamento da Luz de uma forma diferente, mas não menos complementar pelo profeta Christos.

    Fé e Razão são como duas faces de uma mesma realidade, como exprime o Logion que nós acabamos de citar: « A fé traz a verdade. Mas para a compreender, temos que usar a razão»... Uma mesma realidade que forma um conjunto iluminado pelas profecias divinas, transmitidas aos homens por intermédio de Aristóteles e Christos. A verdade da Razão e a compreensão foram obra do filosofo Grego; elas foram o primeiro elemento deste sentimento universal que o homem recuperou desde a queda do paganismo: a Fé e a consciência da existência de um só e único deus: o Altíssimo.


Citation:
Eu também acredito em Christos,
Nascido de Maria e de Giosep.
Ele dedicou a sua vida para nos mostrar o caminho do Paraíso.
Assim, depois de ter sofrido sob Pontius,
Ele morreu em martírio para nos salvar.
Entrou para o Sol onde O aguardava Aristóteles à direita do Altíssimo.

Eu acredito na Acção Divina;
Na Santa Igreja Aristotélica Romana, Una e Indivisível;
Na comunhão dos santos;
Na remissão dos pecados
Na vida eterna.


    ___________________________


    Eu também acredito em Christos,
    Nascido de Maria e de Giosep.


    Christos é o Messias, guia e espelho da divindade.

    Perante o espectáculo ímpio que lhe oferecia a humanidade, Jah decidiu, na sua infinita bondade e sabedoria, que era tempo para os homens de ver chegar aquele que foi anunciado por Aristóteles, para trazer o Ensinamento Divino, encarnando pela mesma amizade virtuosa e o filantropismo.

    Christos tem a vontade de ir ensinar a todas as nações, de completar o trabalho iniciado pelo seu ilustre antecessor na óptica do estabelecimento de uma Instituição forte, moral e virtuosa, ao serviço do Criador de quem Ele recebera a Verdade Divina.

    Ele enfrentará sem descanso as tentativas perversas da Besta Sem Nome, ele lutará pela fé, pela sabedoria e a não-violência contra aqueles que o impedirão de entregar a sua mensagem. Ele terminará por fim por se oferecer à humanidade afim de mostrar a Jah que o Homem pode alcançar a amizade perfeita, virtuosa e de união, sacrificando-se pelos outros sem esperar nada em troca.



    Ele dedicou a sua vida para nos mostrar o caminho do Paraíso.

    Christos é, como nos foi explicado anteriormente, a mensagem complementar do Altíssimo e indispensável à compreensão da fé Aristotélica. Por Aristóteles, emblema da Razão, os pobres de espírito aprenderão a ciência, e por Christos, portador da Fé, os eruditos prosseguirão na sabedoria e na piedade. O divino equilíbrio profético encontra aqui o seu fundamento.

    O estudo da filosofia e da teologia deve ser desenvolvido nesse espírito de união, e os teólogos ficarão conscientes que a beleza e a pureza da sua doutrina resultará da imagem que os fiéis farão da mesma beleza de Jah. Assim os Livros Santos da Revelação de Christos e aqueles da Revelação dos Logos escritos por Aristóteles deverão ser lidos em conjunto e completam-se mutuamente.

    É por isto que Christos nos indica o caminho do Paraíso. Pela sua doutrina, pela sua fé e pela sua mensagem, ele compete com o seu antecessor numa indispensável explicação do misticismo e da fé. Temos que encontrar o equilíbrio adequado entre as virtudes e os pecados, entre as virtudes entre si e entre a fé pois não é suficiente ser virtuoso para ser aristotélico, temos também que acreditar, temos que ter fé, temos que ser persuadidos pela mensagem de Christos. É aqui que a sua vida exemplar é essencial e é por ela ser exemplar que nos leva direito ao Paraíso Solar.



    Assim, depois de ter sofrido sob Pontius,
    Ele morreu em martírio para nos salvar.
    Entrou para o Sol onde O aguardava Aristóteles à direita do Altíssimo.


    « Ele, amando até ao fim, Homem perfeito puro de todo o pecado, aceitou esse destino com humildade, afim de reparar pelo seu sacrifício voluntário os pecados de todos os homens passados, presentes e futuros e para estabelecer eternamente a amizade entre os homens e com Jah. »

    Christos foi condenado à cruz, como também mais tarde os primeiros aristotélicos. Mas o que é admirável neste facto, é que Christos se ofereceu ele mesmo à humanidade para reparar os erros que ela havia cometido ao longo dos séculos, erros que a levara a negar a existência de Jah. Pelo seu sacrifício, Christos traz a salvação e prova a Jah que pode oferecer o seu próprio corpo, a sua própria vida, sem esperar nada em troca e para benefício dos outros.

    A vontade de Christos em dar-se aos homens é que eles adiram à Igreja de Jah, crendo e baseando as suas existências sobre os princípios Aristotélicos, a fé, os ensinamentos proféticos da razão e do misticismo, e finalmente, que eles imitem a sua própria vida para a salvação das suas almas e para a maior glória do Reino de Jah.

    Para que jamais nos esqueçamos, Christos instituiu o sacramento da amizade que nós repetimos em cada Eucaristia. O pão e o vinho, símbolo do Profeta oferecido à humanidade, são assim partilhados em cada celebração para simbolizar a partilha e os laços que ligam assim os fiéis da Igreja, em sua própria memória e na do Altíssimo que o enviara.



    Eu acredito na Acção Divina;

    A Acção Divina manifesta-se quotidianamente através da fé dos fiéis aristotélicos. A simples sobrevivência da Santa Igreja ao longo dos primeiros séculos da nossa era e até aos dias de hoje é a prova mais fundamental. Perseguidos, crucificados, martirizados, os primeiros aristotélicos não permaneceram portanto uma simples comunidade numericamente baixa. Através do espaço e do tempo, graças à Fé, vivificada pela Acção Divina, o Aristotelismo foi desenvolvido apesar das dificuldades e das maldades que a autoridade da época infligia sobre os primeiros fiéis.

    A Acção Divina é a esperança e a Fé, inculcadas por Jah aos homens através da Igreja que a canaliza e a centraliza para a redistribuir a todos os fiéis, animando e inspirando a vontade de se aproximar ainda mais do Divino, através dos sacramentos dados pela Santa Instituição de Jah na própria Terra.

    A Acção Divina é a seiva da árvore que permite a esta crescer sem cessar, e ter folhas e frutos...



    Na Santa Igreja Aristotélica Romana, Una e Indivisível;

    A Santa Igreja Aristotélica tem as suas raízes tanto na Terra Helénica como na Terra Santa. É da união entre os dois ensinamentos dos profetas Aristóteles e Christos que nasceu a Santa Instituição. Eles são o alicerce da Palavra Divina e sem os quais a Igreja não existiria.

    No entanto, é a Christos que se deve a criação institucional da Igreja de Jah. De facto, durante uma refeição ele interpelou Titus, um dos seus apóstolos preferidos, e encarregou-o de ajudar a construir a Igreja para a maior glória dos Céus. Aos seus outros discípulos, ele confiou-lhes a difícil tarefa de espalhar a Palavra por todo o Império Romano que perseguia nessa época todos aqueles que acreditavam na filosofia aristotélica.

    Hoje em dia, os Bispos são os sucessores dos apóstolos de Christos, e o primeiro dentre eles é o sucessor de Titus, o Bispo da Cidade Eterna, sendo por isso chamada «Romana», e é igualmente por isso que é apostólica.

    Além disso, ela é «Santa» porque é a Instituição de Jah. Ela é «Una» pois os fiéis formam uma única e mesma família cujo Pai é o próprio Criador. É portanto «Indivisível» porque é «Una». Sendo Jah Um e sendo a fé baseada sobre a Amizade Unitiva, todo o cisma é portanto considerado como uma negação da Igreja primária fundada por Christos, e uma negação de uma parte da família à qual se pertence, assim como à autoridade ou sucessão legítima do primeiro representante de Jah na Terra.

    Por fim, pelo seu estatuto de Instituição de Jah pela qual Ele faz ouvir a Sua voz, apenas a Santa e Imutável Igreja Aristotélica está qualificada para interpretar o ensinamento divino. Ela será assim o bom pastor, como o foi Christos, ao manter a unidade da Fé, a harmonia da doutrina, e a concórdia entre os crentes.



    Na comunhão dos santos;

    Esta réplica é de uma grande importância porque simboliza a união universal da Igreja ao longo do tempo, o universo visível e invisível. Também chamamos de «Comunhão dos Santos» a Amizade Aristotélica.

    Quando alguém se torna fiel da Santa Igreja Aristotélica pelo Baptismo, somos convidados a caminhar para o divino. Contudo, avançar para o divino é avançar para o estado de Santidade, estado que todo o fiel é convidado a alcançar... Pela nossa Santa Madre Igreja, o fiel é santo quando ele alcançou o Paraíso Solar, garante uma vida que foi virtuosa, pelo menos suficientemente para que o Altíssimo tenha concedido a Sua confiança e o direito de viver eternamente na Cidade Celestial.

    Para além dos fiéis, que se tornam santos pela sua ascensão ao Paraíso Solar, encontramos os Santos colocados sobre um pedestal pela Santa Igreja. Esses são aqueles que tiveram uma vida ainda mais virtuosa do que o normal. Eles são diferenciados porque a Igreja tem a certeza que eles alcançaram o Sol sem entraves nem dificuldades. Eles são elevados em modelo de santificação e intercedem junto do Todo-Poderoso quando os fiéis aqui em baixo lhes endereçam as orações.

    Por fim, como nós especificamos no início deste parágrafo, a Comunhão dos Santos não se limita aos defuntos, ela engloba o que se chama a Igreja Militante e a Igreja Triunfante. A primeira sendo a Igreja aqui na Terra e a segunda sendo a Igreja dos Céus, ambas estão combinadas numa única Igreja para a maior glória de Jah.

    A Comunhão dos Santos deve ser, acima de tudo, uma comunhão de todas as almas Naquele que é a Vida, a Luz e o Amor.



    Na remissão dos pecados,

    Um teólogo do Santo Ofício*, da congregação que está encarregue da conservação e análise das escrituras e dos dogmas, observou que os eruditos dos tempos antigos e de hoje afirmam o cálculo de que a Lua era muito mais pequena que o Sol, o próprio muito maior do que a Terra. Agora, como sabemos, o Sol é a terra natal do Altíssimo para as almas dos defuntos.

    Assim, podemos deduzir que Jah, na sua infinita sabedoria e plena omnisciência sabia que o homem não seria naturalmente mau, mas que justamente buscaria o perdão pelos pecados cometidos, pois Ele previu um lugar infinitamente maior para as almas salvas do que para as almas condenadas.

    Com Amor, o Perdão é o maior presente que o Senhor pode nos dar após o dom da própria vida. Jah, na sua infinita misericórdia, perdoa aos homens os seus erros e os seus pecados. No entanto, o homem deve acreditar nesse perdão, nesse presente. Ele deve fazer isso na óptica sincera de se lavar do mal cometido.

    É na confissão que Jah nos concede o perdão. Ao partilhar suas mágoas e arrependimentos com alguém, um padre, empreende um processo para aliviar o sentimento de culpa. « O início das obras boas é a confissão das obras más. Faça a verdade e venha para a Luz. »

    Às vezes, é no sofrimento que lavamos os nossos pecados, mas isso não é motivo para o buscar, pois Jah também não quer isso. Se isso acontece, se alguém sofre, deve ser tomado como um teste para superar por meio da fé encontrada no perdão do pecado, para torná-lo ainda mais forte do que antes. Este é o propósito da penitência, fortalecer a Fé através do sacrifício do corpo e do espírito e recuperar plenamente Jah na comunhão dos Santos.

    Acreditar no perdão dos pecados, é acreditar na bondade infinita do Altíssimo, no seu infinito amor, no seu perdão gracioso e livre. A única retribuição que Ele pede em troca é de O amar!



    Na vida eterna.

    A vida eterna é a preocupação de todos os homens. Seja bom ou mau, depois da sua morte ele será confrontado ao julgamento divino que decidirá se o homem é condenado ao Inferno Lunar ou ao Paraíso Solar para a eternidade. O primeiro é evidentemente um mundo de sofrimento e infelicidade que se divide entre os sete Príncipes-Demónios, simbolizando cada um dos grandes pecados. Cada homem julgado indigno do Paraíso Solar será atribuído a um deles de acordo com o vício para o qual se inclinou mais.

    O segundo é o mundo de Deus, o lugar da Cidade Celestial onde se reúnem todos os fiéis da Santa Igreja que levaram uma vida exemplar, cheia de virtude. Lá encontramos Aristóteles, Christos, Oane, o primeiro dentre os humanos a ter entendido Jah, os sete Arcanjos e os milhares de anjos, os santos, nossos irmãos e irmãs da Igreja...

    Os que estão na glória do Céu, com o Pai universal e criador, vivem para a eternidade ao seu lado em plena felicidade e amor infinito do Todo-Poderoso. A vida eterna no seio da Igreja Triunfante da Cidade Celestial é o culminar da Fé dos fiéis aristotélicos.

    *outro nome especifico para os teólogos aristotélicos.

_________________
His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



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