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ESTATUTOS DO SEMINÁRIO MENOR DE VIANA DO CASTELO

 
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Adonnis
Cardinal
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MessagePosté le: Lun Fév 17, 2020 5:43 pm    Sujet du message: ESTATUTOS DO SEMINÁRIO MENOR DE VIANA DO CASTELO Répondre en citant

Citation:
    Regras e estatutos do Seminário Menor de Viana do Castelo


    Nós, Consistório Pontifical Lusófono, conforme a bula De Sanctae Sedis summo administratione, Livro 5, Parte I, artigo 6:


    Confirmamos as Regras e estatutos do Seminário Menor de Viana do Castelo:


    1. Da localização
    1.1. Através de uma doação muito generosa da Marquesa Chrisya no seu marquesado de Vila Real o seminário hospeda-se perto da localidade de Viana do Castelo com terras suficientes para crescer comida suficiente para alimentar os habitantes do mesmo.

    2. Do propósito
    2.1. É o local, por excelência, onde todo o clero português é instruído no dogma, direito canónico (leis da Igreja) e outros textos sagrados da Madre Igreja.
    2.2. É também aberto aos fiéis que desejam aprofundar os seus conhecimentos básicos.
    2.3. É o seminário primário, reconhecido pela Intendência para o Ensinamento Aristotélico em Roma, para toda a zona geodogmática portuguesa.

    3. Da estrutura
    3.1. É dirigido pela reitoria.
    3.2. É liderado pelo reitor.
    3.3. O reitor é nomeado pelo Consistório Pontifical Lusófono.
    3.4. O reitor está presente no seu escritório para receber as ideias, conselhos, observações, sugestões, questões, criticas e outras da parte dos professores, dos estudantes e dos membros do clero local e exterior.
    3.4. O reitor possui privilégios e poder táctico da reitoria, podendo as suas decisões, em votação, ser caducadas pela reitoria.
    3.6. O seminário inclui a reitoria, a sala dos professores reservada aos mesmos para que possam discutir e trocar ideias e conselhos; e as celas e a catequese, que são estritamente reservadas para a actividade; além da área pública de recepção.
    3.7. Cada professor fica encarregue de um conjunto de celas.
    3.8. A reitoria, em votação, funciona com quórum de total menos um, sendo necessário metade mais um de votos a apoiar a votação em qualquer sentido, durante 5 dias ou até todos terem votado, o que vier primeiro. Em caso de empate ou falta de quórum o reitor pode validar conforme achar necessário.

    4. Do professorado
    4.1. O conjunto de professores, o professorado, completa a reitoria.
    4.2. Os professores são eleitos pela reitoria, nomeados pelo reitor, segundo as suas funções, formação, experiências profissionais, competências, informações pessoais e carta de motivação.
    4.3.Qualquer candidato deverá usar o formulário colocado na recepção do seminário e enviá-lo ao reitor. As candidaturas estão permanentemente abertas.
    4.4. São reconhecidos vários títulos de professor, em honra, começando por estagiário, professor assistente, professor e professor catedrático que são atribuídos pelo reitor.
    4.5. Um professor nunca é permanente. Pode ser imposta penitência, suspensão ou encaminhamento para a Intendência para o Ensinamento Aristotélico ou Santa Inquisição se o seu comportamento não for o esperado (ausente, falta de educação, etc.).

    5. Das componentes
    5.1. São aprovadas pela reitoria.
    5.2. Podem ser propostas por qualquer professor, baseadas nos trabalhos da Ordem da Lavagem.
    5.3. São leccionadas por teólogos que tenham uma licença ou com experiência satisfatória de seminarista, e que sejam clérigos aristotélicos.

    6. Do programa de estudo
    6.1. O programa de estudo divide-se entre o catecismo e a licença:
    6.1.1. O catecismo é um programa curto permitindo obter as bases da religião aristotélica. É aconselhado ás pessoas que pretendem baptizar-se ou aprofundar o seu conhecimento da Santa Igreja.
    6.1.2. A licença em teologia é um programa longo que envolve todos os aspectos da religião: Dogma, Direito Canónico, liturgia, etc. A licença é recomendada para quem queira ser clérigo ou deseje avançar na hierarquia da Igreja.

    7. Do percurso do seminarista
    7.1. O aluno candidato deve apresentar-se no espaço dos pedidos de estudo e preencher o formulário lá indicado.
    7.2. Se o formulário for satisfatório, o professor responsável pela componente aceita o candidato como seminarista.
    7.3. Uma admissão nunca é definitiva. Um seminarista pode ser excluído se o seu comportamento não for o esperado (ausente, falta de educação, etc.).
    7.4. O professor e o aluno devem declarar todo o progresso das aulas na respectiva cela.
    7.5. Quando o curso termina os professores reúnem-se para deliberar e atribuir as classificações nas suas componentes, sendo o grau final diferenciado entre completou, mérito (90%) e distinção (100%).
    7.6. Cada seminarista é convocado individualmente depois da deliberação, em caso de aproveitamento, é-lhe entregue então o diploma correspondente ao seu curso, e registado nos registos centrais da Intendência para o Ensinamento Aristotélico.

    8. Das especificidades
    8.1. Em casos omissos o reitor tem discrição, consultando a reitoria.
    8.2. As regras e estatutos do Seminário Menor de Viana do Castelo devem ser validadas pela Intendência para o Ensinamento Aristotélico em Roma e pelo Consistório Pontifical Lusófono.
    8.3. Estas regras são válidas sem prejuízo do Direito Canónico aplicável.


    Ad Majorem Dei Gloriam

    Determinado em Roma no XXII do mês de Fevereiro do ano MCDLVIII da Graça de Jah



    Pelo Consistório Pontifical Lusófono,
    Sua Eminência Luznik de Setubal, Cardeal Eleitor Lusófono


_________________

Prince Royal of Portugal - Cardinal-Bishop of Saint Valentine of the Victories - Cardinal-Inquisitor International - Cardinal-Condestable of Rome
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