L'Eglise Aristotelicienne Romaine The Roman and Aristotelic Church Index du Forum L'Eglise Aristotelicienne Romaine The Roman and Aristotelic Church
Forum RP de l'Eglise Aristotelicienne du jeu en ligne RR
Forum RP for the Aristotelic Church of the RK online game
 
Lien fonctionnel : Le DogmeLien fonctionnel : Le Droit Canon
 FAQFAQ   RechercherRechercher   Liste des MembresListe des Membres   Groupes d'utilisateursGroupes d'utilisateurs   S'enregistrerS'enregistrer 
 ProfilProfil   Se connecter pour vérifier ses messages privésSe connecter pour vérifier ses messages privés   ConnexionConnexion 

[Anúncios] Documentos trazidos da Praça de Aristoteles
Aller à la page Précédente  1, 2, 3, 4, 5, 6
 
Poster un nouveau sujet   Répondre au sujet    L'Eglise Aristotelicienne Romaine The Roman and Aristotelic Church Index du Forum -> Igreja de Portugal - L'Église de Portugal - Church of the Kingdom of Portugal
Voir le sujet précédent :: Voir le sujet suivant  
Auteur Message
NReis
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 16 Mai 2012
Messages: 2685
Localisation: Chaves - Kingdom of Portugal

MessagePosté le: Ven Mar 16, 2018 1:27 am    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:



    Indulto Pontifical - III
    Relativo ao papel do Cardeal Vice-Chanceler e a sua relação com o Cardeal Chanceler




    Aos sacerdotes, abades, bispos e prelados da Fé Aristotélica,

    Em virtude da Lei Canónica Can. P-IV-1.2, o Sagrado Colégio dos Cardeais, habilitado a alterar o Direito Canónico, decidiu por meio de um indulto a modificação da segunda parte do quinto livro dos cânones intitulado «De Sanctae Sedis summo administratione», integrando o Vice-Chanceler nos textos e definindo o seu papel e a sua relação com o Chanceler (Can 5-I-2; Can 5-I-3.2 to 3.5).

    Deste modo, Nós, Cardeais da Santa Igreja Aristotélica e Romana, em nome do Sumo Pontífice Inocêncio VIII e sob o olhar de Aristóteles, tendo estatuído e proclamado, e pelo nosso presente indulto perpétuo e definitivo, declaramos, estatuímos e proclamamos os Cânones seguintes, relativos às eleições dos Chanceleres e Vice-Chanceleres:


    Terceiro Indulto Pontifical, Livro 5.0, Parte I, Artigo 2 a écrit:


      **Cânone Original

      Artigo 2: No exercício da sua suprema, absoluta e imediata autoridade sobre a Igreja Universal, o Pontífice Romano gere os dicastérios, consistórios e colégios através dos Cardeais, Chanceleres e Prefeitos; é em Seu nome e pela Sua autoridade que estes cumprem a sua função.


      **Cânone Modificado

      Artigo 2: No exercício da sua suprema, absoluta e imediata autoridade sobre a Igreja Universal, o Pontífice Romano gere os dicastérios, consistórios e colégios através dos Cardeais, Chanceleres, Vice-Chanceleres e Prefeitos; é em Seu nome e pela Sua autoridade que estes cumprem a sua função.



    Terceiro Indulto Pontifical, Livro 5.0, Parte II, Artigos 3.2-3.5 a écrit:


      **Cânone Original

      - Artigo 3.2: Cada Congregação é liderada por um Chanceler, sendo desse modo um Cardeal Romano.

      - Artigo 3.3: Cada Gabinete é dirigida por um Prefeito ou Cônsul.

      - Artigo 3.4: A Chancelaria Pontifical ou Chancelaria Romana é considerada uma Congregação de pleno direito.


      **Cânone Modificado

      - Artigo 3.2: Cada Congregação é liderada por um Chanceler e um Vice-Chanceler, sendo ambos Cardeais Romanos. Os termos Chanceler e Vice-Chanceler, salvo indicação em contrário, são intermutáveis.

      - Artigo 3.3: Dentro de cada Congregação, o Chanceler e o Vice-Chanceler dividem as tarefas por mútuo acordo e possuem o mesmo direito. Para garantir o bom funcionamento da Congregação, o Chanceler tem, no entanto, como último recurso, a primazia sobre o Vice-Chanceler em caso de desacordo nas decisões ou na gestão da Congregação.

      - Artigo 3.4: Cada Gabinete é dirigido por um Prefeito ou Cônsul.

      - Artigo 3.5: A Chancelaria Pontifical ou Chancelaria Romana é considerada uma Congregação de pleno direito.




    Para todos, a nossa bênção apostólica.


    Pelo Sagrado Colégio dos Cardeais,
    Hull de Northshire (dito hull19) Vice-Chanceler da Congregação para a Evangelização dos Povos



    Feito em Roma, no nono dia do mês de Maio, terça-feira, do ano de Nosso Senhor MCDLXIV.



_________________
His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



Diploma Curso Professoral
Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé
NReis
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 16 Mai 2012
Messages: 2685
Localisation: Chaves - Kingdom of Portugal

MessagePosté le: Ven Mar 16, 2018 1:31 am    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:



    Indulto Pontifical - IV
    Sobre a eleição do Chanceler e Vice-Chanceler de uma Congregação




    Para os sacerdotes, abades, bispos e prelados da Fé Aristotélica,

    De acordo com a Lei Canónica Can. P-IV-1.2, o Sacro Colégio dos Cardeais, com o poder para alterar o Direito Canónico, decidiu por meio de um indulto modificar a segunda parte do quinto livro dos cânones intitulado «De Sanctae Sedis summo administratione», definindo a nomeação do Chanceler e Vice-Chanceler de uma Congregação (Can 5-II-6.3.1 e 6.3.2).

    Deste modo, Nós, Cardeais da Santa Igreja Romana e Aristotélica, em nome do Papa Inocêncio VIII e sob o olhar de Aristóteles, tendo estatuído e proclamado, e pelo nosso presente indulto perpétuo e definitivo, declaramos, estatuímos e proclamamos os seguintes Cânones, relativos às eleições dos Chanceleres e Vice-Chanceleres:

    Quarto Indulto Pontifical, Livro 5.0, Parte II, Artigo 6.3 a écrit:


      **Cânone Original

      Artigo 6.3: Os Cardeais congregacionais têm funções específicas e são escolhidos pela Cúria com base na sua capacidade de desempenhar essas funções.


      **Cânone Modificado

      Artigo 6.3.: Os Cardeais congregacionais têm funções específicas e são escolhidos pela Cúria com base na sua capacidade de desempenhar essas funções.

        * Artigo 6.3.1: Todos os membros da Cúria podem propor candidatos para os cargos de Chanceler ou Vice-Chanceler de uma Congregação.

        * Artigo 6.3.2: A opinião do atual Chanceler é levada em consideração na escolha do seu Vice-Chanceler, para garantir um bom relacionamento profissional e mútuo. Como tal, o Chanceler pode vetar as escolhas dos candidatos, como o seu Vice-Chanceler, antes da votação da Cúria.





    Para todos, a nossa benção apostólica.

    Pelo Sacro Colégio dos Cardeais,
    Hull de Northshire, (dito hull19), Vice-Chanceler da Congregação para a Evangelização dos Povos



    Feito em Roma, aos nove dias do mês de Maio, terça-feira, do Ano do Nosso Senhor MCDLXIV.



_________________
His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



Diploma Curso Professoral
Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé
NReis
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 16 Mai 2012
Messages: 2685
Localisation: Chaves - Kingdom of Portugal

MessagePosté le: Ven Mar 16, 2018 1:32 am    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:



    Indulto Pontifical - V
    Sobre o papel e as atribuições dos Consistórios Pontificais




    Aos sacerdotes, abades, bispos e prelados da Comunhão Aristotélica


    Em virtude da lei canónica Can. P-IV-1.2, o Sacro Colégio dos Cardeais, com o poder para alterar o Direito Canónico, decidiu por meio de indulto, a modificação do primeiro livro dos cânones, intitulado «Ad mundi salutem per sanctificationem» e do quinto livro dos cânones, intitulado «De Sanctae Sedis summo administratione», a fim de esclarecer o papel e as atribuições dos Consistórios Pontificals e de fortalecer os seus meios de ação (Can 1-II-15; Can 5-I-6; 6.3 a 6.8 ).

    Também, Nós, Cardeais da Santa Igreja Aristotélica e Romana, em nome do Soberano Pontífice Inocêncio VIII e sob o olhar de Aristóteles, tendo estatuído e proclamado, e pelo nosso presente indulto perpétuo e em definitivo, declaramos, estatuímos e proclamamos os seguintes Cânones, relativos aos Consistórios Pontificais:

    Quinto Indulto Pontifical, Livro 1, Parte II, Artigo 15 a écrit:


      **Cânone original

      Artigo 15: Qualquer solicitação de anulação do matrimónio é apresentada perante a Oficialidade Episcopal local e transmitida ao Consistório Pontifical competente que julgará a sua pertinência. Ele transmite-a então ao Sacro Colégio dos Cardeais.


      **Cânone modificado

      Artigo 15: Qualquer solicitação de anulação do matrimónio é apresentada perante a Oficialidade Episcopal local e transmitida ao Consistório Pontifical competente que julgará a sua pertinência.


    Quinto Indulto Pontifical, Livro 5.0, Parte I, Artigo 6, 6.3-6.8 a écrit:


      **Cânone Original

      Artigo 6: Os consistórios pontificais são subdivisões colegiais linguísticas da Cúria. Eles têm autoridade sobre a zona geodogmática pela qual são responsáveis. São compostos por pelo menos um Cardeal Nacional Eleitor.

      Artigo 6.3: A partir de 20 paróquias ou de 7 dioceses, o consistório pontifical recebe um eleitorado, ou seja, um dos dois Cardeais nacionais sufragâneos é elevado à categoria de Cardeal Nacional Eleitor. Só pode haver apenas um Cardeal Nacional Eleitor por consistório pontifical.

      Artigo 6.4: A missão dos consistórios é manter a unidade dogmática dos fiéis e gerir as especificidades linguísticas e culturais dos fiéis sob a sua jurisdição.

      Artigo 6.5: Os consistórios pontificais podem legislar e tomar decisões nas suas áreas de competência, conforme descrito no estatuto de cada Consistório e aprovado pela Cúria, em conformidade com o Direito Canónico.


      **Cânone modificado

      Artigo 6: Os consistórios pontificais são subdivisões colegiais linguísticas da Cúria. Eles têm autoridade sobre a zona geodogmática pela qual são responsáveis e trabalham em conjunto com os dicastérios. São compostos por pelo menos um Cardeal Nacional.

      Artigo 6.3: Os consistórios pontificais com menos de três Cardeais Nacionais são complementados por Cardeais Romanos Eleitores ou Eméritos de qualquer natureza, escolhidos pela Cúria com base nas suas competências linguísticas, para auxiliar os Cardeais Nacionais e fornecer-lhes uma assistência pontual.

      Artigo 6.4: A partir de 20 paróquias ou de 7 dioceses, o consistório pontifical recebe um eleitorado, ou seja, um dos dois Cardeais nacionais sufragâneos é elevado à categoria de Cardeal Nacional Eleitor. Só pode haver apenas um Cardeal Nacional Eleitor por consistório pontifical.

      Artigo 6.5: A missão dos consistórios é manter a unidade da Igreja no seio de toda a sua zona, integrando esta última nas especificidades linguísticas e culturais dos fiéis sob a sua jurisdição.

      Artigo 6.6: Os consistórios pontificais podem legislar e têm autoridade decisória no seio da sua zona nos diferentes domínios de competências específicas e especificadas, notadamente em matéria de dissolução e de anulação de matrimónios, de bastardia, de excomunhão latae sententiae, de relações com as assembleias episcopais, de resolução de conflitos e de negociações de paz.

      Artigo 6.7: Antes de atestar uma excomunhão latae sententiae, os consistórios devem informar a Congregação da Santa Inquisição que pode, no prazo de uma semana, recorrer à Cúria em caso de desacordo.

      Artigo 6.8: Os consistórios pontificais estão habilitados a propor candidatos para a nomeação cardinalícia para os lugares vagos no seio da sua instituição.




    A todos, a nossa benção apostólica.


    Pelo Sacro Colégio dos Cardeais,
    Tibère de Plantagenêt, dito Rehael, Camerlengo



    Feito em Roma, ao quinto dia do mês de julho, quinta-feira, do Ano de Graça MCDLXIV



*Excomunhão latae sententiae: sem que seja necessária uma sentença prévia da autoridade competente. É uma excomunhão automática pela gravidade do crime praticado. Estão nessa categoria a heresia, o cisma e a violência contra o Papa.

_________________
His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



Diploma Curso Professoral


Dernière édition par NReis le Ven Mar 16, 2018 1:37 am; édité 2 fois
Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé
NReis
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 16 Mai 2012
Messages: 2685
Localisation: Chaves - Kingdom of Portugal

MessagePosté le: Ven Mar 16, 2018 1:33 am    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:


    Indulto Pontifical - VI
    Sobre o direito de veto dos Cardeais




    Aos padres, abades, bispos e prelados da Comunhão Aristotélica,

    Em virtude da lei canónica Can. P-IV-1.2, o Sacro-Colégio de Cardeais, habilitado a modificar o Direito Canónico, decidiu por via de indulto a modificação da segunda parte do quinto livro dos cânones intitulado «De Sanctae Sedis summo administratione», especificando a extensão e a natureza do «direito de veto» concedido aos Cardeais que estes podem apor contra quaisquer decisões tomadas por um membro do clero com dignidade inferior (Can 5-II-2.6).

    Assim, Nós, Cardeais da Santa Igreja Aristotélica e Romana, em nome do Soberano Pontífice Inocêncio VIII e sob o olhar de Aristóteles, estatuímos e proclamamos, e pelo nosso presente indulto perpétuo e definitivo, ditamos, estatuímos e proclamamos os cânones seguintes, relativos ao «direito de veto»:


Sexto indulto pontifical a écrit:
    **♢ Cânone original ♢

    - Artigo 2.6: Os Cardeais Romanos têm o direito de veto sobre todas as decisões tomadas por um membro do clero com exceção do Papa; os Cardeais Nacionais têm o direito de veto sobre todas as decisões tomadas por um membro do clero da zona geodogmática dependente do seu consistório pontifical com exceção do Papa.


    **♢ Cânone modificado ♢

    - Artigo 2.6: Com exceção dos debates do Sacro-Colégio, os Cardeais Romanos Eleitores tem o direto de bloqueio ou suspensão sobre todas as decisões tomadas - dentro de um prazo de dois dias após a publicação da decisão - ou a ser tomada por um membro do clero com dignidade inferior, independentemente da sua posição, em seu nome próprio ou em nome da Instituição que ele representa. Qualquer outro Cardeal está habilitado a recorrer ao Sacro-Colégio para levantar ou anular um bloqueio ou uma suspensão cardinalícia.


    Nota: O direito de bloqueio ou suspensão é um direito inerente ao cargo cardinalício. Os Cardeais são os guardiões da Igreja. Nesse sentido, eles devem garantir o bom funcionamento da Santa Instituição e o respeito das regras. O uso deste direito de suspensão deve, no entanto, ser excepcional e ser sempre aplicado no interesse geral da Igreja.



    A todos, a benção apostólica.

    Pelo Sacro-Colégio de Cardeais,
    Aaron de Nagan, Arquichanceler da Sé Apostólica




    Escrito em Roma, no vigésimo dia do mês de Julho, quarta-feira, do ano da graça MCDLXIIII.

_________________
His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



Diploma Curso Professoral
Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé
NReis
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 16 Mai 2012
Messages: 2685
Localisation: Chaves - Kingdom of Portugal

MessagePosté le: Dim Avr 29, 2018 8:15 am    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:





    Decreto de São Jerónimo
    Relativo ao fabrico, à detenção e à utilização de selos para os clérigos e instituições eclesiásticas




    Constatando certas disfuncionalidades quanto ao fabrico, à detenção e à utilização dos selos pelos clérigos e as diferentes instituições eclesiásticas, tanto romanas como nacionais, nós julgámos oportuno, na nossa qualidade de Cardeal-Arquichanceler da Sé Apostólica e de Grande-Oficial Arauto do Colégio Heráldico Romano, recordar algumas regras fundamentais em matéria de sigilografia.



    Liminares

    Entende-se por selo tanto a matriz de madeira ou de metal usada para imprimir um desenho em relevo, na maioria das vezes armas familiares, em cera ou metal; e a própria impressão deixada por esta matriz.

    Se não for especificado, os termos
    função, cargo e instituição, referem-se sistematicamente às funções, cargos e instituições religiosas e eclesiásticas. Com efeito, o presente decreto só se pode aplicar aos clérigos e instituições da Santa Igreja Aristotélica e Romana.

    Nos casos em que um clérigo é igualmente nobre ou oficial no seio de uma instituição laica secular nacional, o presente decreto aplica-se somente aos selos religiosos para assuntos religiosos. O presente decreto não se pode aplicar aos eventuais selos de função laica secular do clérico; nem para violar os costumes e regulamentos em vigor em questões diplomáticas e sigilográficas que não sejam da sua jurisdição. Somente a regra da forma do selo pessoal tem precedência sobre qualquer outro regulamento, tanto no domínio secular como no religioso.


    Entende-se por selo de função, um selo utilizado por um clérigo para selar um documento não em seu nome próprio, mas em nome da instituição que ele representa através da sua função. Esse selo resume na maioria das vezes os símbolos da instituição e a legenda feita aparece com o nome dessa função. A Nunciatura Apostólica utiliza por exemplo os selos de função para os Núncios ou os Protonários Apostólicos.

    Entende-se por selo de instituição, um selo único utilizado pelos membros pertencentes à dita instituição para selar os documentos emanados dos seus escritórios. Alguns seminários diocesanos, algumas congregações ou algumas dioceses utilizam esses selos.

    O que diferencia um selo de função de um selo de instituição é que o primeiro referencia, através da legenda, para uma função no seio de uma instituição, enquanto que o segundo se refere a uma instituição no seu conjunto.

    Entende-se por selo pessoal um selo que se refere diretamente ao seu proprietário físico pelos símbolos e a legenda que nele figura.


    Regulamento

    1 A detenção e a utilização dos selos está regulada para os clérigos e as instituições eclesiásticas. A lei estabelece-se da seguinte forma:

    • Somente os clérigos ordenados, os vidamas e os cavaleiros das ordens militares e religiosas estão autorizados a possuir e utilizar selos.

    • Somente as grandes instituições eclesiásticas podem deter e utilizar selos. Cada uma possuirá um. Entende-se por grandes instituições eclesiásticas: as Congregações Romanas, a Cúria, as Assembleias Episcopais e as dioceses. Para cada entidade é decidido quem tem o direito de utilizar e de afixar o selo.

    • Fora deste quadro claramente definido, cabe somente ao Cardeal Grande-Oficial Arauto autorizar a posse do selo de forma discricionária.

      Nota: O artigo 1 não se aplica aos clérigos não-ordenados pertencentes à nobreza, o seu estatuto nobiliárquico autoriza-os a possuir e utilizar um selo; deve seguir-se nesta matéria a regulamentação secular nacional.


    2 O fabrico de selos para o benefício de pessoas e instituições mencionadas no artigo 1 está regulamentado pela presente lei e pelo regulamento do Colégio Heráldico Romano. Somente as oficinas devidamente acreditadas pelo Colégio Heráldico Romano, além das oficinas nacionais, estão autorizadas a fornecer os selos aos clérigos e instituições eclesiásticas.

    3 Para ser totalmente válido e legal, qualquer selo deve ser obrigatoriamente registado, seja no Colégio Heráldico Romano, seja numa autoridade nacional competente. A totalidade dos clérigos é no entanto convidada a registar os seus selos no Colégio Heráldico Romano.

    4 Dado o grande número de desvios das regras previamente definidas, independentemente de serem ou não toleradas na época, o presente decreto não tem efeito retroativo completo. Uma certa tolerância será assim concedida caso a caso no momento do registos destes selos.

    5 Cada clérigo ordenado é convidado a verificar a presença dos seus selos nos registos romanos, ou se necessário, registá-los.

    6 Os bispos de todas as dioceses aristotélicas romanas são convidados a recensear os selos utilizados pelas instituições eclesiásticas dentro da sua diocese e a convidar clérigos sob a sua jurisdição a verificar a presença dos seus selos nos registos romanos. Eles transmitirão o seu recenseamento ao Colégio Heráldico Romano.

    7 A utilização de selos de função é considerada ilegal para os clérigos, ordenados ou não, a partir do primeiro de agosto corrente à data de publicação deste decreto.


    Em termos de símbolo, forma e legenda

    8 A forma do selo é ogival para todos os clérigos ordenados e para os clérigos femininos não-ordenados. Pode ser redondo ou ogival para as instituições eclesiásticas. É redondo em todos os outros casos.

    9 O símbolo escolhido como desenho deixado pela impressão do selo, além das armas familiares, está sujeito à autorização quer da Heráldica nacional do clérigo, quer do Colégio Heráldico Pontifical. Em regra, apenas as armas familiares são utilizadas. A figuração dos brasões dos feudos, dioceses ou locais de origem do clérigo está proscrita.

    10 As legendas dos selos não podem conter títulos ou cargos. Em regra, apenas o nome e uma eventual divisa serão inscritos na periferia exterior.


    Em matéria de utilização de selos

    11 Quando um selo de instituição eclesiástica é apostado para validar um ato diplomático atual, ele deve ser obrigatoriamente acompanhado de um selo pessoal, de preferência o da pessoa responsável. Nos casos de atos excecionais (constituição apostólica,...), o grande selo da instituição pode ser utilizado apenas após consulta da Chancelaria Pontifical ou do Colégio Heráldico Romano.

    12 O selo pessoal deve ser preferido em todos os casos ao selo de instituição.

    13 O selo de instituição é preferencialmente utilizado para validar atos considerados de uma extrema importância, tais como regulamentos e constituições ou os atos de âmbito universal.

    14 É costume reservar a cera vermelha para a correspondência privada, a cera verde para diplomacia perpétua e a cera amarela para a diplomacia administrativa corrente. Esta regra não tem valor vinculativo para os textos que emanem de instituições eclesiásticas ou clérigos da Igreja; no entanto, será vivamente recomendado aos clérigos utilizar a cera verde para os atos diplomáticos perpétuos. A utilização de uma outra cor por um clérigo ou uma instituição eclesiástica requer a autorização expressa da Chancelaria Pontifical e do Colégio Heráldico Romano.

    15 A utilização do ouro é estritamente reservada para o uso do Sacro-Colégio dos Cardeais e do Soberano Pontífice aquando da promulgação de atos pontificais universais. O direito de utilizar o chumbo é concedido apenas pela Chancelaria Pontifical de forma discricionária para a validação de atos de uma importância capital que não emanem do Soberano Pontífice.

    16 A cera de azurite é utilizada para validar e promulgar os atos dogmáticos.



    Decreto publicado por Sua Eminência o Cardeal Aaron de Nagan na sua qualidade de Arquichanceler da Santa Sé e de Grande-Oficial Arauto do Colégio Heráldico Romano ao trigésimo dia do mês de setembro do ano de Graça MCDLX, domingo, dia de São Jerónimo.



    Aaron de Nagan,
    Cardeal,
    Arquichanceler da Santa Sé,
    Grande-Oficial Arauto do Colégio Heráldico Romano




_________________
His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



Diploma Curso Professoral
Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé
Eduardo
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 13 Avr 2017
Messages: 1618
Localisation: Leiria, Portugal

MessagePosté le: Mer Juin 06, 2018 5:53 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:

    Precisa-se de Tradutores para a Vila de San Loyats


    Aos habitantes das províncias locais,
    Aos crentes que leem isto,
    Aos amigos das línguas,


      A Villa St. Loyats, instituição secular do tradutor, dos escribas e das linguás, está procurando de novos tradutores para servia
      à Santa Madre Igreja. O trabalho aqui na vila é variado e idealmente realizado em uma equipe ou, se necessário, trabalho individual, sob a direção do vice-prefeito da respectiva zona linguística.

      Como tradutor, estamos diretamente envolvidos na difusão da fé, e por isso que é uma tarefa exigente e importante no serviço da Igreja, mas sobretudo para a Glória de Deus.


      O que eu preciso para me tornar um tradutor?

      Um certificado de batismo válido e um registro criminal limpo, bem como um requerimento que pode ser depositado no átrium ou enviado ao Prefeito [Kalixtus]. Depois de uma entrevista pessoal, um espaço de trabalho adequado será definido e você estará pronto para trabalhar.

      Estou ansioso para muitos novos funcionários que desejam trabalhar juntos na grande obra da glória de Deus.

      Nós
      Kalixtus Alain-Edmond de Montfort-Beaumont d'Autevielle
      Prefeito da Villa St. Loyats



    Feito na Villa San Loyats, Roma,
    Aos III Iunius, do ano da Graça MCDLXVI



_________________

Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé Visiter le site web de l'utilisateur
Eduardo
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 13 Avr 2017
Messages: 1618
Localisation: Leiria, Portugal

MessagePosté le: Dim Sep 16, 2018 2:06 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:


Fiat justicia pereat mundus
Nomeação do Relator da Rota Romana




Nós, Sua Eminência Profeta Pucci Guerra, Decano da Rota Romana, Cardeal Nacional Italiano, Bispo in partibus infidelium de Petra, Bispo de Pistoia, Visconde de Pelago e DiaccetoWe, His Eminence Profeta Pucci Guerra, Dean of Roman Rota,

em nossa qualidade de Decano da Rota Roamna,




    Decidimos e ordenamos e, com nosso atual e perpétuo decreto final, declaramos e anunciamos a nomeação de Sua Eminência Eduardo Próspero" Cardeal Nacional Eleitor do Cunsistório Lusófono, Arcebispo Metropolitano de Lisboa e Vice Primaz de Portugal a Relator da Rota Romana.



Assinado e selado em 15 de setembro em Roma, no ano da graça MCDLXVI, sob o pontificado do Papa Inocêncio VIII.

S.E. Profeta Pucci Guerra


_________________

Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé Visiter le site web de l'utilisateur
Eduardo
Cardinal
Cardinal


Inscrit le: 13 Avr 2017
Messages: 1618
Localisation: Leiria, Portugal

MessagePosté le: Sam Sep 29, 2018 5:02 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:


      Nomeação de Professor



      O Seminário Inquisitorial Internacional Romano tem o prazer de anúnciar a nomeação de Adonnis ao posto de professor responsável pelos estudantes de língua portuguesa. Que o Altíssimo o acompanhe em suas novas funções.







_________________

Revenir en haut de page
Voir le profil de l'utilisateur Envoyer un message privé Visiter le site web de l'utilisateur
Montrer les messages depuis:   
Poster un nouveau sujet   Répondre au sujet    L'Eglise Aristotelicienne Romaine The Roman and Aristotelic Church Index du Forum -> Igreja de Portugal - L'Église de Portugal - Church of the Kingdom of Portugal Toutes les heures sont au format GMT + 2 Heures
Aller à la page Précédente  1, 2, 3, 4, 5, 6
Page 6 sur 6

 
Sauter vers:  
Vous ne pouvez pas poster de nouveaux sujets dans ce forum
Vous ne pouvez pas répondre aux sujets dans ce forum
Vous ne pouvez pas éditer vos messages dans ce forum
Vous ne pouvez pas supprimer vos messages dans ce forum
Vous ne pouvez pas voter dans les sondages de ce forum


Powered by phpBB © 2001, 2005 phpBB Group
Traduction par : phpBB-fr.com