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[P] Livro 1 - Ad mundi salutem per sanctificationem

 
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Arnault d'Azayes



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MessagePosté le: Dim Aoû 10, 2014 1:36 pm    Sujet du message: [P] Livro 1 - Ad mundi salutem per sanctificationem Répondre en citant

Citation:


    ........
    Ad mundi salutem per sanctificationem
    Bula pontifical « Da chegada ao mundo pela Santificação ».






    Livro 1: Os sacramentos da Santa Igreja.



    Parte I: O sacramento do baptismo


    Artigo 1: O quadríptico causal:
    A causa material = Um crente que reúne as condições definidas pelo Direito Canónico e outras regras em vigor na sua diocese.
    A causa eficiente = Todo o clérigo habilitado.
    A causa formal = A celebração, o sermão de fidelidade, o simbolismo da água.
    A causa final = Entrada na comunidade e na comunhão dos fiéis.

    Secção A: O Baptismo

    Artigo 2: A natureza dogmática do baptismo é definida pelos preceitos sobre os sacramentos contidos no Livro das Doutrinas.

    Artigo 3: Só um crente que compreenda e assimile as bases do credo pode receber o sacramento do baptismo. (não aplicável ao Can. 1-I-A-5)

    Artigo 4:
    A Igreja recomenda ao crente a estudar e ao padre a fazer estudar, as pastorais conforme as doutrinas da Igreja (e) validadas pela Prefeitura do Ensino Aristotélico antes da recepção do sacramento. (não aplicável ao Can. 1-I-A-5)

      - Artigo 4 bis: É deixado às Assembleias Episcopais o direito de decidir sobre o carácter obrigatório, facultativo ou parcial do ensino das pastorais.

    Artigo 5: As crianças e outros homens sem capacidade de compreender uma pastoral, podem receber o baptismo se os pais, os tutores ou os padrinhos se comprometerem a garantir uma educação aristotélica e um acompanhamento espiritual conforme as doutrinas da Igreja.

      - Artigo 5 bis: Ao atingir a maioridade, a criança deve de confirmar o baptismo com uma nova celebração.

      - Artigo 5 ter: Estas pessoas não são obrigadas a cumprir os artigos 3,4 e 9 (Can. 1-I-A-3,4,9) do presente documento. Os deveres enunciados são então da responsabilidade dos padrinhos, os quais passam a ser presença obrigatória, ao contrário do anunciado no artigo 9 (Can 1-I-A-9).

    Artigo 6: Os crentes que anteriormente praticavam um culto herege e querendo converter-se à religião aristotélica devem rejeitar oficialmente e publicamente a sua antiga crença antes de receber o sacramento do baptismo.

      - Artigo 6 bis: A presença de pelo menos um padrinho é obrigatória, contrariamente ao enunciado no artigo 9 (Can. 1-I-A-9.).

    Artigo 7: O oficializante é alguém com o estatuto de sacerdote, diácono ou similar.

    Artigo 8: O baptismo tem lugar na paróquia de residência do futuro fiel, ou por defeito, noutro local consagrado.

      - Artigo 8 bis: Se o baptismo não tiver lugar na paróquia de residência do catecúmeno, o oficializante deve pedir autorização ao prelado da paróquia de residência do catecúmeno.

      - Artigo 8 ter: Em caso de bispado vago, o pedido deve ser feito ao responsável pela diocese, ou então ao superior hierárquico directo.

    Artigo 9: A Igreja recomenda ao crente que quer ser baptizado a ser acompanhado por pelo menos um padrinho que o ajudará nos seus primeiros passos na comunidade.

    Artigo 10: Aquando a cerimónia o crente deve no mínimo demonstrar os seus conhecimentos do dogma e das doutrinas da Igreja recitando o Credo.

    Artigo 11: Aquando a cerimónia, o novo fiel é recebido simbolicamente na comunidade de fiéis, tanto pela unção, como pela simbologia da água, como pelos dois.

    Artigo 12: O nome de cada novo fiel é inscrito nos registos paroquiais ou episcopais e também nos registos gerais da Igreja.


    Secção B: A Afirmação (confirmação do baptismo)

    Artigo 13: Todo aquele que foi baptizado enquanto menor de idade deve pedir a confirmação do baptismo ao atingir a maioridade.

    Artigo 14: A afirmação é constituída por uma parte recomendada, que é o estudos das pastorais e por outra parte, a celebração onde o fiel reafirma a sua crença, precedentemente assegurada pelo seu padrinho de baptismo.

    Artigo 15: Aquando a cerimónia de afirmação, o crente afirma oficialmente fazer seguir os dogmas e doutrinas recitando o Credo.

    Artigo 16: Aquando a cerimónia, o fiel é simbolicamente confirmado pela unção e água.

    Artigo 17: A Igreja recomenda ao fiel que confirma o seu baptismo, que se faça acompanhar por um padrinho que assegure o seu acompanhamento espiritual e que seja um apoio dentro da comunidade de fiéis.

    Artigo 18: Os registos paroquiais, episcopais e gerais da Igreja, serão postos em dia se necessário.



    Texto canónico sobre os sacramentos da Igreja Aristotélica e Romana.
    Dado em Roma sob o pontificado do Santíssimo Padre Eugénio V ao décimo segundo dia do mês de Abril do ano da graça de MCDLIX.

    Publicado por Sua Eminência falecido Jeandalf ao trigésimo dia do mês de Fevereiro do ano de MCDLV; emendado, revisto, corrigido e publicado novamente por Sua Eminência Aaron de Nagan, Cardeal e Decano do Sacro Colégio, a II de Abril do ano da graça de MCDLIX de Nosso Senhor.





Original em Francês: http://rome.lesroyaumes.com/viewtopic.php?t=11247&start=0

Lavado em: http://rome.lesroyaumes.com/viewtopic.php?p=390920#390920
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Mort des cardinaux von Frayner et d'Azayes


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Arnault d'Azayes



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MessagePosté le: Dim Aoû 10, 2014 1:37 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:


    ........
    Ad mundi salutem per sanctificationem
    Bula Pontifical «Para o Bem Estar do mundo pela Santificação».
    - Continuação -






    Livro 1 : A obra de santificação da Igreja pelos sacramentos.



    Parte II : O sacramento do matrimónio.


    Secção A : O sacramento

    Artigo 1 : O quadríptico causal :
    A causa material = Um homem e uma mulher, fieis da Igreja Aristotélica.
    A causa eficiente = Todos os clérigos habilitados para tal.
    A causa formal = A cerimónia, a troca de votos e de alianças.
    A causa final = Uma união diante do Altíssimo e dos homens com o objectivo de fundar uma família e de encontrar a amizade aristotélica.

    Artigo 2 : Os princípios da Igreja em matéria matrimonial e da natureza do próprio matrimónio são descritos no livro 4 sobre as doutrinas e sacramentos da Igreja.

    Artigo 3 : O matrimónio é a consagração do acordo profundo entre duas pessoas, criando uma comunidade de vida indissolúvel e simbolizando a amizade aristotélica numa das suas formas mais estritas.

    Artigo 4 : Os únicos habilitados a celebrar um matrimónio são os padres que tenham um cargo clerical, bem como os clérigos habilitados a conceder esse sacramento.

    Artigo 5 : Todo o matrimónio não se pode celebrar sem a autorização do responsável da paróquia de cada um dos dois futuros esposos.
      - Artigo 5 bis: Em caso de ausência de responsável, é a autoridade religiosa local directamente superior a dar esta autorização.


    Artigo 6 : O matrimónio é celebrado na paróquia de residência dos noivos, caso eles residam na mesma povoação, caso contrário na paróquia da noiva.
      - Artigo 6 bis : Com autorização da Comissão Episcopal local, o matrimónio pode decorrer numa capela familiar dominial ou nobiliárquica de um ou dos futuros esposos, ou na catedral da diocese dos noivos, ou por defeito da noiva.

      - Artigo 6 ter : Todo o matrimónio num outro local deve ser feito com o consentimento prévio do bispo responsável pela diocese de residência dos noivos ou por defeito da noiva, bem como do prelado responsável do local pretendido.

      - Artigo 6 quater : Os casamentos celebrados em basílicas e igrejas romanas devem ser objecto de autorização prévia de um cardeal. Os matrimónios celebrados nas catedrais reais ou imperiais estão sujeitos à aceitação do consistório nacional competente, ou de um cardeal, do primaz em questão, ou de qualquer outra autoridade tida ou reconhecida como competente.


    Artigo 7 : A presença de pelo menos duas testemunhas, escolhidas de entre os fiéis é obrigatória. Uma representando o noivo e outra a noiva. Serão os garantes perante os homens do acto do casamento.

    Artigo 8 : O casal deve ser formado por dois fiéis não sujeitos a interdição.

    Artigo 9 : Os noivos não podem ter laços de consanguinidade em quarto grau ou inferior.

    Artigo 10 : Os esponsais são oficializados com a publicação dos proclamas no mínimo quinze dias antes da data do matrimónio.
      - Artigo 10 bis : Os proclamas devem ser publicados, na igreja Res Parendo da paróquia de residência In Gratebus dos noivos, ou de cada um deles no caso de não residirem na mesma povoação.

      - Artigo 10 ter : A publicação dos proclamas enuncia os nomes e apelidos, o domicilio dos futuros cônjuges, o local onde decorrerá o casamento e o nome das testemunhas.

      - Artigo 10 quater : Se por uma qualquer razão, o casal queira reduzir o período de esponsais, um pedido expresso e fundamentado será enviado à sé metropolitana competente pelo casal e pelo clérigo celebrante. Este último informará também a sua hierarquia.


    Artigo 11 : Os esposos selam a sua união pela troca de votos simbolizada pela troca de alianças diante Jah e dos homens.

    Artigo 12 : Em caso de novo matrimónio, o clérigo celebrante deverá constatar a validade da anulação ou da dissolução da união precedente.

    Artigo 13 : O clérigo celebrante regista o acto de casamento nos registos apropriados.

    Artigo 14 : Sobre os casos particulares e dos costumes locais:
    O direito canónico enquadra o casamento numa óptica de uma certa uniformização derivada da unidade da Igreja. De qualquer modo, por razões culturais ou de costume, as dioceses ou as províncias têm o direito de impor restrições suplementares à celebração do matrimónio, de acordo com o Consistório Pontifical competente e após consulta às Congregações do santo Ofício e da Difusão da Fé.


    Secção B : A anulação do sacramento

    Artigo 1 : Todo o pedido de extinção, de dissolução ou de anulação do sacramento do matrimónio deve passar em primeira instância diante da Comissão Episcopal local ou competente.

    Extinção do sacramento do matrimónio.

    Artigo 2 : A extinção do sacramento de matrimónio é um procedimento automático necessitando apenas de uma comprovação da autoridade diocesana.

    Artigo 3 : A extinção do sacramento do matrimónio é apenas aplicável nos seguintes casos:

      - Artigo 3.1 : O óbito de um dos cônjuges.

      - Artigo 3.2 : O ingresso numa ordem monástica de um dos dois cônjuges.

      - Artigo 3.3 :Uma vez que o ingresso nas ordens é o motivo invocado, a extinção do sacramento do matrimónio implica uma suspensão definitiva dos deveres conjugais.

      - Artigo 3.4 : Uma vez que o ingresso nas ordens é o motivo invocado e que tenha havido descendência, a extinção do sacramento não implica a suspensão dos deveres parentais

    Artigo 4 : Numa extinção do sacramento do matrimónio, o matrimónio é reconhecido como válido e legítimo, mas não produzindo mais efeitos futuros. Os efeitos ocorridos no passado são legítimos e mantêm a sua plena legitimidade para todo o sempre.

    Dissolução do sacramento do matrimónio.

    Artigo 5 : A dissolução do sacramento de matrimónio é uma extinção deste após uma decisão dos esposos de se separarem e findar a sua vida de casal.

    Artigo 6 : Os motivos invocados para uma dissolução do sacramento de matrimónio são:

      - Artigo 6.1 :O desaparecimento dos sentimentos amorosos entre os esposos,

      - Artigo 6.2 : O adultério cometido por um dos dois esposos; o cônjuge faltoso está interdito de se voltar a casar.

      - Artigo 6.2 : O abandono do domicílio conjugal por um dos dois esposos por um período superior a 3 meses. O cônjuge reconhecido como culpado de negligência conjugal é passível de interdição de se voltar a casar.

      - Artigo 6.2 : O desaparecimento de um dos dois cônjuges por um período de tempo superior a 3 meses

    Artigo 7 : A dissolução do sacramento de matrimónio implica o levantamento das obrigações conjugais entre os esposos.

    Artigo 8 : Em caso de dissolução, e logo que tenha havido descendência, as obrigações parentais mantêm-se.

    Artigo 9 : Numa dissolução do sacramento de matrimónio, o matrimónio é reconhecido como válido e legítimo, mas não produz mais efeitos futuros. Os efeitos produzidos no passado são legítimos e conservam a sua plena legitimidade para todo o sempre.

    Artigo 10 : Todo o pedido de dissolução de matrimónio é entregue à Comissão Episcopal da qual o ou os cônjuges peticionários dependem, antes de ser transmitida ao Consistório Pontifical competente.

      - Artigo 10.1 : É a Comissão Episcopal que deverá tomar uma decisão e publicar um aviso sobre o pedido formulado assim como uma pena punitiva e expiatória. Este aviso será entregue ao Consistório Pontifical competente a fim de ser validado ou rejeitado.

    Artigo 11 : Os consistórios Pontificais, nos territórios sujeitos à sua jurisdição, têm toda a autoridade quanto à dissolução do sacramento de matrimónio, à imposição de uma pena punitiva ou expiatória, à revisão da pena ditada pela Comissão Episcopal às interdições aplicadas a um ou a ambos os cônjuges.

      - Artigo 11.1 : Os Consistórios Pontificais, nos territórios sujeitos à sua jurisdição, estão autorizados a rever as suas decisões passados doze meses de período expiatório.


    Anulação do sacramento de matrimónio

    Artigo 12 : A anulação do matrimónio reconhece de facto o casamento nulo retroactivamente. Para a Igreja ele nunca existiu.

    Artigo 13 : Com a anulação do sacramento do matrimónio, o casamento é reconhecido como inválido e ilegítimo. Os factos ocorridos no passado são ilegítimos e reconhecidos como tal para todo o sempre.

      - Artigo 13.1 :Só o Sumo Pontífice ou um seu delegado pode legitimar a título excepcional os factos ocorridos durante a vida em concubinato ilegítimo.

    Artigo 14 : O Sacro Colégio dos Cardeais, em nome do Sumo Pontífice é a única autoridade que pode proceder à anulação do sacramento do matrimónio.

    Artigo 15 : Todo o pedido de anulação de matrimónio é entregue à Comissão Episcopal local e transmitida ao Consistório Pontifical competente que julgará a sua pertinência.

    Artigo 16 : Cabe ao Consistório Pontifical de julgar e de emitir um parecer sobre a admissibilidade do pedido. Este parecer será depois enviado ao Sagrado Colégio dos Cardeais que decidirá.

    Artigo 17 : As causas de anulação do casamento são definidas pela admissibilidade da petição e limitam-se quase exclusivamente à grave irregularidade processual na realização do sacramento do casamento, abuso de confiança ou fraude por parte de um ou de ambos os cônjuges no casamento.



    Texto canónico sobre os sacramentos da Igreja Aristotélica Romana.
    Feito em Roma sob o pontificado do Santíssimo Padre Eugène V, ao vigésimo oitavo dia do mês de Março do ano da graça de MCDLV.

    Última revisão pelo Sacro Colégio dos Cardeais no sábado o décimo segundo dia mês de Setembro do ano da graça MCDLVII no sábado.

    Publicado por Sua Eminência o falecido Jeandalf ao vigésimo oitavo dia do mês de Março do ano da graça de MCDLV ; emendado, revisto e corrigido e publicado de novo por Sua Eminência Aaron de Nagan, Cardial, Deão do Sagrado Colégio, no domingo, XIII do mês de Setembro, , dia da Santa Ripolin, no ano da Graça MCDLVII de Nosso Senhor.





Tradução : DuqueZezere
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MessagePosté le: Lun Juil 30, 2018 7:54 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:

    ........
    Ad mundi salutem per sanctificationem
    Bula Pontifical «Em direcção à Salvação do Mundo pela Santificação».






    Livro 1: A obra de Santificação da Igreja pelos Sacramentos



    Parte III: O Sacramento da Confissão






    Texto Canónico sobre os sacramentos da Igreja Aristotélica e Romana,
    Feito em Roma sob o pontificado do Santíssimo Papa Eugénio V, ao décimo oitavo dia do mês de Agosto, do ano de Graça MCDLV.

    Publicado por Sua Eminência, o falecido Jeandalf, ao décimo primeiro dia do mês de Fevereiro, do ano de MCDLV; revisto, corrigido, estruturado, republicado e selado por Sua Eminência Aaron de Nagan, Cardeal-Camerlengo, ao.... do mês de... do ano de Graça MCDLVI de Nosso Senhor.






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MessagePosté le: Lun Juil 30, 2018 7:54 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:

    ........
    Ad mundi salutem per sanctificationem
    Bula Pontifical «Em direcção à Salvação do Mundo pela Santificação».






    Livro 1: A obra de Santificação da Igreja pelos Sacramentos



    Parte IV: O Sacramento da Ordenação, ou elevação ao sacerdócio

    A causa material = Qualquer fiel que queira servir a Igreja e Jah acima de tudo.
    A causa eficiente = Aquele que eleva ao sacerdócio deve ele próprio ser sacerdote e receber o mandato da Cúria.
    A causa formal = Missa de ordenação e votos sacerdotais.
    A causa final = Ser designado sucessor dos apóstolos e poder assim aceder ao alto Clero.



    A causa material

    - Os vagabundos não podem ser ordenados, excepto se poderem viajar e tornar-se assim missionários vagabundos.

    - Os camponeses e artesões podem ser ordenados, mas devem ser induzidos a escolher a Via da Igreja ou da Medicina. Se escolherem o Exército, devem renunciar definitivamente às armas, se escolheram a via do Estado, deverão de o fazer para a defesa da Igreja no seio das instituições.

    - Os teólogos (Via da Igreja Aristotélica) podem e serão encorajados a fazerem-se ordenar.

    - Os médicos (Via da Medicina) serão autorizados a fazerem-se ordenar se escolherem exercer a sua profissão no seio de uma Ordem Religiosa, ou como médico paroquial.

    - Os funcionários (via do Estado) deverão justificar a sua vontade de serem ordenados.

    - Um fiel que é exclusivamente responsável por uma família não poderá ser ordenado sacerdote a não ser que a família pela qual é responsável o autorize, e nesse caso as crianças não serão prejudicadas pela sua elevação ao sacerdócio. Um estudo caso a caso deverá ser levado a cabo antes da cerimónia. No caso de ser um fiel casado, mas sem filhos, bastará a autorização do cônjuge e, em caso de ordenação, o matrimónio é anulado.

    A vida espiritual dos sacerdotes centra-se na sua responsabilidade pastoral. É no coração do ministério apostólico que os sacerdotes vivem o seu próprio caminho espiritual.

    A educação aristotélica e cívica, a celebração da missa e a caridade do pastor são as fontes da vida espiritual. O sacerdote deve dar um bom exemplo, tal como como Christos e Aristóteles são o seu.

    Certos sacerdotes quererão completar a sua vida espiritual envolvendo-se “na sociedade laica”. Neste caso, o sacerdote que escolher este caminho, deve fazê-lo unicamente se poder agir como sacerdote e por conseguinte divulgando a mensagem divina.

    Se chegar a uma altura em que o seu cargo entra em oposição com o seu estatuto de sacerdote deverá fazer-se substituir antes que de tomar decisões contrárias à mensagem aristotélica.

    Só aquele que é baptizado, preenchendo as condições acima mencionadas, tendo conhecimento das regras da Igreja e consciente de tomar um compromisso de vida de servir Jah através da Igreja Aristotélica poderá ser ordenado após ter feito os seus votos.


    A causa eficiente

    Só um Prelado poderá elevar um baptizado ao sacerdócio. Em casos excepcionais, um padre particularmente reconhecido pela sua participação no serviço da Igreja e verdadeira fé poderá ser autorizado pela Cúria a elevar ao sacerdócio sem fazer parte do Alto Clero. Prelados são os Cardeais, os Bispos, os Abades e Reitores reconhecidos por Roma. Os padres que têm uma responsabilidade específica no clero regular e que são acreditados pela Congregação da Difusão da Fé podem também conduzir à elevação os membros da sua ordem religiosa.


    A causa formal

    A causa formal está dividida em duas etapas.

    a) Os votos

    O candidato deve comprometer-se na frente de Jah, do Prelado e de um outro sacerdote a quatro pontos:

    A não levar arma de combate com excepção das armas de cerimónia ligadas à nobreza ou à tradição.

    A não constituir família, para isso faz os votos de castidade e não poderá adoptar.

    Ser exemplar: deverá privilegiar o estudo à procura de bens temporais. Fará o necessário de acordo com o seu cargo e o seu estatuto na sociedade, para receber a sua acreditação “Teólogo da Igreja Aristotélica Universal e Romana” e colocar as suas capacidades ao serviço da verdadeira fé e dos fiéis em geral.

    À tripla obediência: obediência à hierarquia instaurada por Christos, a obediência aos Dogmas e a obediência ao Direito Canónico.

    b) A Elevação

    Uma vez os votos finalizados poderá ser elevado ao sacerdócio para servir Jah, a Igreja e a Humanidade.

    Um sacerdote, prelado da Igreja ou mandatado para as ordenações, supervisionará as bênções e os votos baseados nos 4 elementos da criação.
    O sacerdote que celebra o sacramento deverá depois colocar as suas mãos, símbolo da quinta-essência divina (o éter), na cabeça do fiel a ser ordenado. Reafirmará também a sua fé no nosso Credo antes de receber as insígnias da sua nova vida. Então será elevado ao sacerdócio para servir Jah, a Igreja e a Humanidade.


    A causa final

    Uma vez ascendido ao sacerdócio, o filho de Jah e irmão do humano torna-se padre e pai espiritual, poderá tornar-se um guia entre os guias e assumir um cargo de responsabilidade perante a paróquia, diocese, arquidiocese ou uma ordem religiosa.



    Texto Canónico sobre os sacramentos da Igreja Aristotélica e Romana,
    Feito em Roma sob o pontificado do Santíssimo Papa Eugénio V, ao décimo oitavo dia do mês de Agosto, do ano de Graça MCDLV.

    Publicado por Sua Eminência, o falecido Jeandalf, ao décimo primeiro dia do mês de Fevereiro, do ano de MCDLV; revisto, corrigido, estruturado, republicado e selado por Sua Eminência Aaron de Nagan, Cardeal-Camerlengo, ao.... do mês de... do ano de Graça MCDLVI de Nosso Senhor.






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    Livro 1: A obra de Santificação da Igreja pelos Sacramentos



    Parte V: O Sacramento do Funeral


    A causa material = O cadáver de um fiel ou de um crente que seguiu um ensino religioso (pastoral, ...).
    A causa eficiente = Qualquer clérigo que possa celebrar o sacramento do funeral.
    A causa formal = A missa e o enterro.
    A causa final = Última homenagem ao defunto e o adeus ao mundo terrestre.


    A causa material

    Os funerais são o último sacramento, é vital assegurar-se de que a erradicação da relação entre o corpo terrestre e a alma efectivamente teve lugar e é definitiva.

    O clérigo que não respeitar esta regra primordial poderá ser perseguido pela Santa Inquisição.


    A causa eficiente

    Qualquer clérigo da Igreja Aristotélica, independentemente do seu cargo, pode oficializar a cerimónia, mas só o bispo da diocese onde a cerimónia terá lugar pode dar a autorização para o enterro.

    No caso de falecimentos de um Bispo ou Arcebispo, só a Assembleia Episcopal à qual pertence, ou só a Cúria no caso de um Cardeal, é que pode autorizar o seu enterro.

    No caso do falecimento do Papa, o cardeal Camerlengo é quem constatará o falecimento e seguidamente transmitirá a informação à Cúria, antes de estabelecer um acto autêntico destinado aos fiéis.


    A causa formal

    A missa
    Qualquer fiel Aristotélico falecido tem direito a uma cerimónia fúnebre.
    Uma cerimónia fúnebre pode ter lugar também para as pessoas que não tenham recebido o sacramento do baptismo, mas que no entanto tenham seguido à sua maneira o caminho da Virtude, ao pedido exclusivo de um membro aristotélico da família.

    Contudo só o corpo de um fiel poderá estar presente na Igreja ou em terra sagrada. São por conseguinte nomeadamente proibidos na igreja, os heterodoxos, suicidas e excomungados.

    O enterro
    Só os fiéis aristotélicos que tenham morrido sem renunciar à sua fé, e não sujeitos a qualquer proibição, podem ser enterrados em terra sagrada e beneficiar de uma sepultura distinta.
    Todos os outros deverão ser enterrados ou queimados a mais de cem passos de um lugar sagrado.


    A causa final

    Depois da cerimónia de enterro, é evidente que se o defunto vier a reaparecer, aquilo é considerado como subterfúgio ou engano.
    Neste caso, a Inquisição deverá ser chamada a inquirir para determinar se houve mentira para com a Igreja. A Entidade Episcopal competente abrirá um julgamento e uma excomungação, de acordo com a gravidade dos factos acusados, poderá ser pronunciada por um Cardeal.
    Se for revelado que a pessoa enterrada não era a boa, um parecer de excomungação imediato é estabelecido contra o fraudulento.
    Se for revelado que se trata de uma tentativa de usurpação de identidade, o caso é transmitido ao Tribunal Temporal e da Santa Inquisição com o propósito de excomungar o usurpador.
    Em todos os casos em que o funeral tiver lugar e a pessoa não for reconhecida como morta após o inquérito da Inquisição, uma confirmação dos sacramentos recebidos antes do funeral será necessária.

    Notas:
    -O funeral de um fiel casado põe termo à união matrimonial e dá a oportunidade de um novo matrimónio para o sobrevivente perante o Direito Canónico sobre o matrimónio.
    - A transmissão dos títulos de nobreza faz-se de acordo com as regras nacionais dos Reinos e territórios em causa.


    Texto Canónico sobre os sacramentos da Igreja Aristotélica e Romana,
    Feito em Roma sob o pontificado do Santíssimo Papa Eugénio V, ao décimo oitavo dia do mês de Agosto, do ano de Graça MCDLV.

    Publicado por Sua Eminência, o falecido Jeandalf, ao décimo primeiro dia do mês de Fevereiro, do ano de MCDLV; revisto, corrigido, estruturado, republicado e selado por Sua Eminência Aaron de Nagan, Cardeal-Camerlengo, ao.... do mês de... do ano de Graça MCDLVI de Nosso Senhor.






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MessagePosté le: Lun Juil 30, 2018 7:55 pm    Sujet du message: Répondre en citant

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    Matrimonium Prohibitem


    Nós, Cardeais da Santa Igreja Aristotélica reunidos no Sacro Colégio pela graça de Jah; e nós, Teólogos da Congregação do Santo Ofício,
    perante o Altíssimo, e sob o olhar de Aristóteles, em nome do Sumo Pontífice da Santa Igreja Aristotélica e Romana,



    Tornamos oficial a nossa decisão quanto à natureza do que alguns já nomeiam de "casamento laico". A união sagrada do homem e da mulher é exclusivamente dedicada à Santa Igreja Aristotélica e Romana. Proceder a uma união desse género – ou de uma outra com vocação de ligar o homem à mulher e a mulher ao homem - sendo este um fiel da nossa Santa Madre Igreja é estritamente proibido. Da mesma forma, os fiéis da Santa Igreja não podem pedir essa bênção, já que ela não é sagrada.

    Todos os que violem essa regra estarão em desacordo com o Dogma, e a sua acção será então considerada como blasfémia, portanto, o fiel contraventor enfrentará a justiça da Igreja e as punições que procederem do julgamento, definidas no nosso Direito Canónico.

    Ninguém ignora o carácter blasfematório dessa prática. Além disso, essa regra não tem valor retroactivo. No entanto é aconselhado aos fiéis em causa fazer o acto de contrição com as autoridades eclesiásticas da sua província ou diocese.


    Ad Majorem Dei Gloriam

    Feito em Roma a XXV de Novembro do ano da graça de MCDLV de Nosso Senhor





    Direito Canónico: Livro I, secção 1.3, apêndice 1


_________________
His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



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