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[GUIA] Pequeno Guia do Crente Aristotélico

 
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Palladio
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MessagePosté le: Sam Déc 19, 2015 2:47 pm    Sujet du message: [GUIA] Pequeno Guia do Crente Aristotélico Répondre en citant

Padre Pobelcourt a écrit:
    Pequeno guia do Crente Aristotélico

    Prefácio:

    Este pequeno guia é-vos oferecido para vos guiar totalmente ao longo da vossa vida Aristotélica. Ele comporta as ideias e as linhas principais da Igreja Aristotélica, a descrição dos sacramentos e lista de virtudes e pecados. Esperamos que ele possa responder às vossas questões mais frequentes e que seja um manual para toda a vida.

    Padre Pobelcourt, Teólogo e Autor

    Introdução à Igreja Aristotélica

    Jah criou-nos a partir Dele. Nós somos, portanto parte integrante Dele e a nossa existência é dedicada a servi-Lo.

    Assim, viver na virtude consiste em viver segundo a vontade de Jah. Viver no pecado consiste em negar a vontade divina e portanto negar que fazemos parte Dele.

    Assim, os humanos são naturalmente seres sociais, porque vivem em comunidade, isto é viver de acordo com nosso estatuto de parte integrante de Jah. É esta a lógica que traduz a comunidade Aristotélica, permitida pelo sacramento do baptismo.

    Jah é perfeito. Ele reúne em si todas as virtudes, dando-lhes o seu pleno significado. Sendo nós feitos de espírito e de matéria, nós, humanos, podemo-nos mover em direcção a essa perfeição, mas jamais a alcançaremos. Um santo é definido como uma pessoa que se aproximou da perfeição através da sua vida virtuosa, mas não como uma pessoa que alcança essas mesmas virtudes, porque não somos Jah.

    O pecado absoluto é a negação total da natureza de Jah. Como tudo faz parte de Jah, esse estado de pecado absoluto é impossível de alcançar, porque seria a negação total da nossa existência. Ninguém, nem mesmo Jah, pode alcançar esse estado, apesar de a nossa natureza ser imperfeita, não o conseguimos alcançar.

    A virtude perfeita, de natureza divina, é dividida em sete virtudes, afim de que nós possamos mais facilmente nos aproximarmos: a amizade, a preservação, a caridade, a temperança, a justiça, o prazer e a convicção. A cada um delas opõe-se um pecado (respectivamente): a avareza, a gula, o orguho, a ira, a inveja, a preguiça e a luxúria.

    Qualquer ser, excepto Jah, se situa em cada um desses extremos. Assim, qualquer ser se situa entre a amizade e a avareza. Ele nunca se pode situar nos extremos.

    Nós não devemos esperar atingir a perfeição numa ou mais virtudes, porque isto é impossível e, portanto, o pecado da soberba. Nós devemos procurar o equilíbrio entre todas as virtudes e todos os pecados.

    O equilíbrio não significa um equilíbrio matemático, a igual distância dos dois extremos, mas sim um equilíbrio com tendência à virtude estando consciente da impossibilidade de a alcançar.

    Os Sacramentos da Igreja

    O baptismo

    O dogma da amizade aristotélica precisa
    Citation:
    "A Amizade Aristotélica" em geral, é uma comunidade de vida: Pelo Baptismo cada baptizado será introduzido numa união espiritual em poder que será como um contacto espiritual com todos os outros baptizados.
    O baptismo introduz o fiel numa união com os outros baptizados e em comunhão com os Santos.

    O Baptismo, ou rito de entrada na Igreja Aristotélica, dá ao novo crente as premissas da Amizade Aristotélica perfeita. Esta amizade com potencial deve ser desenvolvida através do contacto com Jah na oração e nos sacramentos, e também pelo testemunho de doçura e de compaixão com os outros.
    O baptismo introduz o novo fiel numa família divina e humana. Divina porque tem ma relação com Jah. Humana porque se integra na sociedade humana da Igreja Aristotélica.


    O baptismo possui a dimensão espiritual, mas ele possui também um valor jurídico. Como tal certas formalidades devem de o acompanhar.

    Baptismo de crianças:

    Para uma criança, ou um simples de espírito, a presença de um padrinho ou uma madrinha aquando da cerimónia é obrigatória. O seu dever será zelar pela educação aristotélica da criança. Os pais podem actuar como padrinhos aristotélicos.
    Se a criança não tem idade para compreender o sentido desta cerimónia não deve ser inscrita nos registos e assim não o será até ao dia em que peça a confirmação deste baptismo.

    Baptismo dos adultos (ou confirmação para um adulto que tenha sido baptizado enquanto criança)

    A) Fazer o pedido explicitamente

    B) Ser reconhecido como são de juízo e capaz de entender o compromisso.

    C) Não ser já baptizado

    Se já for baptizado haverá dois casos:

    C1) Se for baptizado pela Igreja Aristotélica apenas poderá requerer confirmação do baptismo. (O ideal é que o baptismo tenha sido conduzido de modo RP).
    A confirmação é utilizada de modo geral para adultos que foram baptizados enquanto crianças, ou cujos registos de baptismos se tenham extraviado ou contenham irregularidades.

    C2) Se baptizado por uma igreja herege ou de outra religião é necessário que o candidato, primeiro, renuncie a esse baptismo e confesse que se havia enganado. Seguirá uma penitência dependendo do nível de heresia da sua antiga religião. Deverá antes de receber o sacramento declarar clara e honestamente que renuncia ao seu antigo credo para que possa ser membro pleno da família aristotélica. No caso de uma conversão a presença de um padrinho baptizado é obrigatória.

    D) Ser inscrito nos registos de Roma.

    E) É ao pároco que cabe a tarefa e a responsabilidade de organizar este sacramento, no caso de impossibilidade, ou de não haver padre ou diácono, o celebrante poderá ser um clérigo reconhecido pela Igreja Aristotélica, que não tenha sido alvo de interdições. No caso de baptismos de nobres ou de personalidades importantes, o clérigo responsável pode pedir ao seu Bispo ou Cardeal que dirija a cerimónia.
    F) Ser apadrinhado é recomendável, mas não é obrigatório excepto nos casos mencionados explicitamente. A pessoa que apadrinha deverá ser baptizada e não estar sujeita a qualquer interdição para o efeito.

    A Confissão

    Quem pode receber a confissão:

    Todo o crente.

    O que é a confissão:

    Uma reorientação radical de toda a vida, um retorno, uma conversão a Jah de todo o nosso coração, uma cessação do pecado, uma aversão ao mal, com uma repugnância em relação às más acções que tenhamos cometido. Ao mesmo tempo, ela comporta o desejo e a vontade de mudar de vida com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda da sua graça.

    O que procura a confissão:

    Os efeitos espirituais do sacramento de Penitência são:

    – A reconciliação com Jah pela qual o penitente recupera a graça;
    – A reconciliação com a Igreja;
    – A remissão da pena eterna encorajada pelos pecados mortais;
    – A remissão, pelo menos em parte, das penas temporais, consequentes do pecado;
    – A paz e a serenidade de consciência, e a consolação espiritual;
    – O aumento das forças espirituais para o combate.

    A Ordenação

    Diaconato

    No degrau inferior da hierarquia, estão os diáconos. Aqueles a quem foram impostas as mãos “não em via do sacerdócio, mas em via do serviço". Para a ordenação ao diaconato, o pároco (ou o bispo) impõe as mãos, significando assim que o diácono está especialmente ligado ao bispo ou ao pároco com as tarefas do seu diaconato.
    O sacramento desta Ordem impõe uma marca “carácter” que ninguém pode remover. Ele pertence, juntamente com os outros diáconos, aos que assistem o bispo e os párocos na celebração dos mistérios divinos, que prestam assistência ao matrimónio e à bênção, a pregar, a presidir aos funerais e a dedicar-se aos diversos serviços da caridade.


    Sacerdócio (os párocos)

    Os bispos podem transmitir, a diversos membros da Igreja, e de acordo com diversos graus, o encargo do seu ministério". "A sua função ministerial é transmitida aos párocos de um grau subordinado: estes são estabelecidos na Ordem do Sacerdócio para cooperarem com a Ordem Episcopal no desenrolar da missão apostólica confiada pelo Todo-Poderoso."

    Sacerdócio Episcopal

    “Entre os diferentes ministérios que são exercidos na Igreja desde os primeiros dias, o primeiro lugar, segundo o testemunho da Tradição, pertence àqueles estabelecidos no episcopado, cuja linha continuam desde as origens, e são os ramos pelos quais se transmite a semente apostólica. "

    “A consagração episcopal, ao mesmo tempo que o ofício da santificação, confere também a missão de ensinar e de governar (...) Na verdade, (...) pela imposição das mãos e pelas palavras da consagração, o carácter sacro é impresso, de tal modo que os bispos, duma forma eminente e visível, tomam o lugar do próprio Todo-Poderoso, Mestre, Pastor e Pontífice no desempenhar do seu papel na sobre a Terra. Assim, os bispos são constituídos verdadeiros e autênticos mestres da fé, pontífices e pastores. "

    O Matrimónio

    Segundo o dogma da amizade aristotélica:
    Citation:
    “A Amizade Aristotélica” geralmente é uma forma de vida comunitária: Pelo Baptismo, cada baptizado é introduzido numa união espiritual em potência, que seria por conseguinte um contacto espiritual com todos os outros baptizados. Este ponto junta-se à tradicional noção do Baptismo que introduz à comunhão dos Santos.

    Esta união espiritual, tal com todos os baptizados, exprime-se, mais particularmente, entre os cônjuges no âmbito do matrimónio. Os noivos, por um amor puro e desinteressado, são chamados a formar esta amizade perfeita que é a aliança santificada aristotélica. Através desta união tão bonita dos cônjuges é Jah, Ele mesmo, fonte de qualquer amor, que é glorificado.

    Assim a amizade aristotélica concretiza-se com o matrimónio em que há uma autêntica realização.
    O matrimónio é indispensável ao amor concretizado, porque decreta uma comunidade de vida que possibilitará trazer crianças ao mundo e a fundação de uma família, a fim de tornar presente a fecundidade do amor. É um compromisso firme e forte, no qual os cônjuges se comprometem a lutar juntos contra os germes do ódio e da desordem, transversalmente às dificuldades da vida diária.

    A Sexualidade

    A sexualidade é o meio escolhido por Jah para se tornar presente sobre terra a fecundidade do amor, para assegurar a fundação de uma família unida e para soldar pelos gestos íntimos a afeição dos cônjuges.
    O primeiro objectivo do matrimónio permanece por conseguinte em participar na criação divina, pela aposta de trazer filhos ao mundo. Infringir estas regras seria minar os fundamentos, mesmo os da amizade aristotélica no matrimónio.

    Da indissolubilidade

    Já que o matrimónio é fundado sobre a criação de uma comunidade de vida e de uma união profunda dos cônjuges, não pode ser considerado como uma simples formalidade que seria revogável ao desejo. A união espiritual dos cônjuges jamais é uma situação adquirida e definitiva, convém lutar para a construir e manter. Assim, um simples desacordo dos cônjuges não pode em caso algum justificar uma separação. A via que leva ao paraíso é estreita, e pede muitos sacrifícios.
    Contudo, um matrimónio pode ser anulado em certas circunstâncias, quando a amizade dos cônjuges é tornada impossível por actos graves e definitivos. A anulação deste matrimónio não dá contudo licença para voltar a casar, salvo julgamento em contrário por razões excepcionais.

    Dos obstáculos do Matrimónio

    Em certos casos surgem obstáculos que impedem os cônjuges de alcançar a amizade aristotélica no âmbito do matrimónio. Esses casos são os seguintes:

    - Um dos dois já é casado, ou seja, não se pode casar novamente;
    - Os dois são unidos por consanguinidade de quarto grau ou menos;
    - Salvo autorização especial concedida pela Igreja, os clérigos e os religiosos não podem ser casados;

    O baptismo é requisito para o matrimónio

    O certificado de baptismo pode ser solicitado a qualquer momento. Se nenhum certificado foi feito, uma carta do celebrante do baptismo poderá ser pedida.

    Para o matrimónio exigem-se duas testemunhas que confirmarão a boa fé, a liberdade e o consentimento mútuo dos esposos. A sua assinatura figurará no documento depositado nos arquivos.
    Tanto o pároco como o diácono podem oficializar um matrimónio. De preferência será o pároco da povoação da noiva.

    As diferentes virtudes e pecados

    A amizade é a preocupação para com os outros, ter empatia e ajudar os outros. A amizade é assim a entreajuda, a reciprocidade das relações sociais, o amor ao próximo. À amizade opõe-se a avareza, que consiste na não preocupação com isso, e baseia-se no desprezo pelos outros.

    A perseverança consiste em trabalhar para sobreviver. A perseverança é a consciência das suas necessidades primárias de alimentos, de água e de descanso. À perseverança opõe-se a gula, que nunca está satisfeito com o que se tem, querendo sempre mais, podendo penalizar os outros. A gula resume-se num abuso de prazer.

    A Dedicação, é a capacidade de sacrifício quer para o bem dos outros, para comungar da amizade aristotélica e contribuir para a sociedade. Abstracção feita da sua própria individualidade. Em contraste com a dedicação temos o orgulho, que consiste em acreditar que só nós podemos subir acima de tudo e alcançar estatutos superiores.

    A temperança é a capacidade de se moderar, de seguir a via do equilíbrio exigido na condição de crente, de fazer provar a compreensão aos seus semelhantes. O seu oposto é a raiva, que é o defeito de alguém que se entrega ao ódio pelos outros, ou que, com todas as suas forças, tenta lutar contra a sua condição.

    A justiça é a capacidade de ser magnânimo, de reconhecer o valor dos outros, de identificar os interesses dos outros. À justiça opõe-se a inveja, que é o vício de quem deseja receber recompensas justamente atribuídas a outros, ou um que cobiça os bens ou a felicidade dos seus companheiros.

    O prazer é a faculdade que o homem possui para trabalhar e satisfazer as suas necessidades de alegria e felicidade. É a auto-consciência, o conhecimento do seu corpo, da sua alma, e das suas necessidades, podendo assim fazer a sua vida feliz e fácil. Ao prazer opõe-se o desprezo, que é o mal de quem entra em depressão espiritual, que permanece passivo, que deixa de ter gosto pela vida, e que ignora a sua própria satisfação.

    A convicção é a esperança num futuro cheio de promessas. É a consciência das necessidades futuras e interesses da comunidade dos crentes, a necessidade de conservação da espécie (e, por conseguinte, a reprodução). À convicção opõe-se a luxúria, que é o defeito daquele que é complacente com o abuso das coisas, da carne e que não acredita na verdade.

    Credo Aristotélico

    Citation:
    Eu acredito em Jah, o Altíssimo Todo-poderoso,
    Criador do Céu e da Terra
    Do Inferno e do Paraíso,
    Juiz da nossa alma na hora da morte.

    E em Aristóteles, seu profeta,
    O filho de Nicómaco e de Féstias,
    Enviado para ensinar a sabedoria
    E leis divinas do universo aos homens perdidos.

    Eu também acredito em Cristo,
    Nascido de Maria e de José.
    Que dedicou sua vida para nos mostrar o caminho do Paraíso.
    Assim, depois de ter sofrido sob Poncius,
    Ele morreu em martírio para nos salvar.
    Entrou para o Sol onde O aguardava Aristóteles à direita do Altíssimo.

    Eu acredito na acção divina;
    Na Santa Igreja Aristotélica Romana, Una e Indivisível;
    Na comunhão dos santos;
    Na remissão dos pecados
    Na vida eterna.
    ÁMEN


    Fontes

    - Dogma Aristotélico
    - Direito Canónico
    - Livro das Virtudes

    Teólogo e autor: Padre Pobelcourt

    Feito na Abadia cisterciense de NoirLac a 22 de Agosto de 1454 pelo Padre Pobelcourt, então Grão Prior.


Original em Francês: http://rome.lesroyaumes.com/viewtopic.php?t=8681

Lavado em: http://rome.lesroyaumes.com/viewtopic.php?p=375828#375828
_________________
His Eminence Palladio Monforte | Roman Elector Cardinal | Cardinal of St. John of the Martyrs | Vice-chancellor of the Congregation for the Dissemination of the Faith | Metropolitan Archbishop of Evora | Count of Orvieto & Viscount of São Bento | Professor at Seminário Menor de Viana do Castelo
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