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[LIVRO DAS HAGIOGRAFIAS] Os Santos Antigos
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Adonnis
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:58 pm    Sujet du message: Répondre en citant

São Polin de Langres
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:58 pm    Sujet du message: Répondre en citant

São Possidonio
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:58 pm    Sujet du message: Répondre en citant

São Quirico e Giulitta
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:58 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Santa Radegonde de Poitiers
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:58 pm    Sujet du message: Répondre en citant

São Rémi
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:58 pm    Sujet du message: Répondre en citant

São Ripolin enfrenta os Ahrimanisme
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:58 pm    Sujet du message: Répondre en citant



Citation:



    Os Santos Antigos
    Hagiografia de São Samson




    Samson (em bretão Samzun) é um dos sete santos fundadores da Bretanha. O seu nome está associado com Dol-da-Bretanha, onde ele fundou um mosteiro. É habitualmente representado com cobras, símbolos das doenças físicas que ele curou quando trouxe a Santa Fé para a Bretanha. Abaixo estão traduzidas e compiladas as memórias do seu discípulo, conforme foram relatadas várias décadas depois da sua morte, numa série de cartas para um estudante da fé.

    Primeira Carta - Onde aprendemos que Samson nasceu de um casal infértil e como veio a escolher a Via da Igreja

      Muitas vezes me perguntaste, meu querido aluno, de Samson, que tive a sorte e o privilégio de ter conhecido. Agora que me deixaste, tenho a sensação de que não te fiz justiça. Eu não te posso guiar mais devido à distância entre nós, mas sendo Santo Mhour minha testemunha, que a minha escrita seja um guia poderoso. Eu ainda te quero dar esta educação, e falar-te da vida e de como vivia o homem que tanto fez pela Santa Igreja na Bretanha. Apesar disso acredito que vos trouxe tudo o que pude.

      Precisas de saber, primeiro, que o meu mestre nunca poderia abraçar a carreira eclesiástica. De facto, quando o seu desejo se manifestou, o seu pai Ammon mostrou uma grande relutância. Não que ele não tivesse piedade, muito pelo contrário! Mas ele e a sua mulher temeram durante muito tempo que não pudessem ter filhos. Eles rezaram fervorosamente durante anos, mas a sua relação parecia não dar frutos. Então, esse filho veio para eles como ouro, amaram-no e temiam a ideia de o perderem, mesmo que fosse para Jah.

      No entanto, Ammon foi visitado num sonho pelo Arcanjo Miguel. O Arcanjo disse:

        "Diz-me...Se tu queres uma criança para a tua velhice, então adopta! As ruas estão cheias, e farás uma boa acção. Mas Samson, ele quer seguir os passos de Aristóteles e Christos, e deves deixá-lo juntar-se a um mosteiro."



      Estas são as palavras exactas que me foram transmitidas a mim pelo Samson, que lhe haviam sido relatadas directamente pelo seu pai Ammon. Parece assim que os Arcanjos por vezes adaptam a sua linguagem ao seu ouvinte, ao contrário de Ammon, cuja conversa foi franca e dura, mudando ligeiramente as palavras na transmissão desta mensagem. De qualquer das formas, ela foi eficaz.

      Bem, tenho que ir. Eu escrevo amanhã, podes ter a certeza.



    Segunda Carta - Onde aprendemos como o monge Samson tornou-se Doutor

      Meu querido estudante, uma vez estudante, para sempre estudante,

      Está certo de que se precisares de mim enquanto eu viver, serás sempre capaz de te voltar para mim. O que eu te escrevi, não te escrevi para te dispensar. Eu reconheço que fizeste o teu próprio caminho, e está tudo bem.

      Do que te tinha dito sobre Samson, ele juntou-se a um mosteiro em Cardiff. Ele rapidamente mostrou a sua grande aptidão para a ciência, e particularmente aquelas ciências que aliviam dores no corpo. Aos dezasseis anos, foi encarregado de cultivar o ervanário do mosteiro. Aos dezassete anos, ele desenvolveu as suas próprias poções e essências curativas. Os seus irmãos nunca foram tão bem cuidados. Quanto aos camponeses da vizinhança, vinham regularmente pedir tratamento, dicas de como manter os pássaros longe e tratar picadas de cobra.

      Samson regularmente dizia:

        "Não desprezem as doenças do corpo, porque o corpo e a alma estão relacionados intrinsecamente. O que afecta um, afecta o outro."


      Para o irmão Hébeau Plas, que argumentava que apenas a fé podia curar o corpo, ele afirmou:
        "É isso mesmo! E quando a tua poção cair do Céu, toma cuidado para que não se esconda na tua cabeça!"


      Fitoterapia, Anatomia, Fisiologia, Química, Astronomia... Samson fez o que podia para melhorar as suas capacidades médicas. Mas embora o seu conhecimento fosse vasto, ele procurava sempre mais, e pensou que não poderia aprender mais no mosteiro. Então ele pediu para sair.

      Eu também me devo despedir, mas depois continuarei a história de Samson.


    A terceira carta está perdida. Apenas podemos assumir que é rica em informações sobre a sua viagem na Irlanda, como viveu, onde ele viajou na Grã-Bretanha, e o seu progresso na Santa Igreja durante este período.


    Quarta Carta - Como Samson, que tinha chegado à Bretanha, erradicou uma epidemia e fundou Dol

      Querido pupilo,

      Eu concordo com o teu louvor, uma centena de vezes, um milhar de vezes, porque é verdade que a chegada de Samson à nossa boa terra foi uma dádiva do Céu. Eu quero-te dizer outra vez as façanhas que ele realizou, e como decidiu permanecer connosco.

      Tu sabes, quando ele desembarcou na Península Armórica que se projectava do continente, ele foi saudado por um generoso, mas profundamente triste nobre. Ele perguntou ao seu anfitrião a razão da sua aflição.
      "A minha mulher e a minha filha respondeu o nobre sofrem de uma estranha doença que se espalhou na região. Os seus corpos irradiam dor, e ninguém sabe a cura."

      Samson imediatamente interrompeu os seus planos e começou a estudar e encontrar a cura para a aflição dos nativos. Ele dividiu o seu tempo entre as consultas, pesquisas e deveres em que ele revivia a fé dos pacientes e das suas famílias. A tarefa era exaustiva. Regularmente, quando os pacientes morriam, os furiosos familiares sobrecarregavam Samson com insultos e repreensões. O seu anfitrião, no entanto, não fez a mínima observação quando a sua esposa faleceu. Pelo contrário, ele agradeceu-lhe por trabalhar tão arduamente.

      Com o seu trabalho árduo, Samson encontrou o remédio perfeito, e acabou por salvar a filha do nobre e muitos locais. Como agradecimento, eles tentaram banhá-lo com riquezas. Mas ele rejeitou tudo. Ele apenas sugeriu que construíssem um hospital, e o nobre acedeu, desde que Samson ficasse por um tempo para ajudar na construção e na execução. E depois de ser construído, o edifício foi chamado Dol, em memória das grande dores que a epidemia havia causado. A vila do nobre adoptou o mesmo nome com orgulho. Brevemente, toda a área foi chamada de "Reino de Dol".

      Podes ver como o Samson se ligou tanto às pessoas que por lá viviam, tanto que abandonou o seu desejo de viajar. Eu dir-te-ei brevemente o que ele fez então. Cuida-te.



    Quinta Carta - Como Samson desistiu da sua viagem de estudos, escolhendo espalhar a fé na Bretanha, e o encontro com o doutor ciumento

      Meu querido pupilo,

      Eu disse-te que Samson queria agora continuar a trabalhar com o sofrimento. Eu também acredito que o espectáculo da dor física e mental o tenha abalado, e que ele queria rodear-se com o máximo de trabalho para a fé. De qualquer das formas, quando os maiores homens santos que a terra trouxe à Bretanha se reuniram para espalhar a Mensagem Divina, Samson estava entre eles, e sei de fonte segura que a ideia de cruzarem a terra foi dele.

      Ele rapidamente tornou-se bastante popular pelos seus sermões e pelos seus conselhos cultos às pessoas comuns. Como tinha feito em Cardiff, ele ensinou-os como agir nos casos específicos de dentadas de cobras, ou como a colocação de espantalhos em campos recém-plantados conseguia espantar as aves. Embora agora procurasse e conseguisse curar almas, ele não cessou de tratar as doenças do corpo. Nós sistematicamente confiámos-lhe os casos mais graves, e ele destacou-se na sua arte.

      Um dia, um charlatão, invejoso das proezas do clérigo, tentou envenená-lo. Ele convidou Samson para jantar, e serviu vinho de maçã no qual derramara cicuta. Samson abençoou o seu serviço antes de beber totalmente mas... mas não foi minimamente afectado, e ainda elogiou o seu anfitrião pela qualidade do álcool. O charlatão, atingido por este milagre, caiu de joelhos e implorou o perdão do Todo-Poderoso.

      Samson nunca o chamou de milagre, porque fora pequeno demais. Mas tu sabes a minha opinião. Isto é o quão abençoado fora este homem, agora no Paraíso Solar, que eu tive a sorte de ter conhecido e servido.



    Sexta Carta - O clérigo e o político

      Tu desonras-me, Anne, por te focares no homem de fé e amigo de todos, e não mencionares os feitos que ele realizou para o seu país. É uma ofensa, na verdade, e por duas razões. Primeiro, porque ele foi um homem de fé, e o seu país estava no primeiro lugar da Terra; em segundo lugar, porque as pessoas comuns são aqueles que formam a cidade. Eles são o corpo, e o corpo também deve ser tratado com carinho e respeito. Esta era a máxima de Samson.

      Mas também, se queres sensacionalismo, e a epidemia de Dol não foi suficiente para ti, aqui tens outra. Eu disse que, entre os cinco principais clérigos daquela época, Samson era o mais organizado. Ele também era o mais sábio, o mais sociável e o mais diplomático. Ele encontrou-se em posição de intervir com sucesso na arena política, na sequência de uma violenta disputa entre um chefe Bretão e um líder Francês, em que se ele assegurou que o primeiro tivesse todos os seus direitos restaurados. Para Paulo Aureliano, que o acusou de intervir no poder temporal, ele escreveu:

        "Eu sirvo Deus - Eu ofendi a Terra? Eu louvo o Altíssimo - Devo eu ser cego para o mais pequeno? Houve uma injustiça, eu tentei corrigi-la, e consegui. Não ganho nem ouro, nem terras, nem poder. Eu mesmo colhi o ódio de alguns, surdos aos interesses desta população. Basta! A única riqueza que quero é a capacidade para fazer algo."


      Paulo Aureliano não contestou, visto que as acções do seu amigo foram postas em prática, e a crise política passou. Samson, no entanto, o Todo-Poderoso me perdoe, estava errado num ponto: Ele colheu muito mais do que satisfação. A sua nova fama logo o considerou como a cabeça do clero do país - e os seus amigos não disputaram o título. É por isso que ele é um homem que deves honrar.



    Legado:

      Minha querida Anne,

      Esta é a última das minhas cartas, porque já te contei muitas coisas. O resto poderás aprendê-lo por ti própria, se quiseres. Eu apenas queria, novamente, dizer como o meu mestre morreu.

      Ele tinha então oitenta e cinco anos de idade, e uma doença lenta e incurável atacou o seu corpo. Os seus amigos, incluindo-me a mim primeiramente, implorámos fervorosamente por uma cura milagrosa, mas ele explicou-nos que a sua doença não poderia ser curada com ervas, e não haveria nenhum milagre. Eu penso que as suas últimas palavras foram para pedir uma garrafa de álcool e para desejar felicidade àqueles que continuariam.

      Eu não sei quanto tempo irá durar tudo o que ele fundou, mas a fé continuará a irradiar. Esta foi a minha tarefa. A partir de hoje passa a ser a tua. Logo eu deixarei este mundo, e tu, tu vais aconselhar jovens que farão o mesmo.



    Anexo:

    Relíquias: Os restos de Samson foram espalhados após as invasões Normandas. O fémur, a tíbia e alguns fragmentos foram recuperados e ainda estão em Rennes. O copo do qual ele bebeu o vinho envenenado está em Fougères.

    Festa: 28 de Julho

    Temas pregados:
    - Os pais e as crianças
    - Doenças
    - Diplomacia
    - Política


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Dernière édition par Adonnis le Mer Juin 10, 2020 12:11 am; édité 2 fois
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MessagePosté le: Mar Juin 09, 2020 11:59 pm    Sujet du message: Répondre en citant

São Théodule
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São Tertulliano Apologeta, Patrono da Concórdia e Cartago
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São Tugdual de Tréguier
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São Valentin, padroeiro dos namorados
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São Thomas
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São Vincent
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MessagePosté le: Sam Nov 07, 2020 4:38 am    Sujet du message: Répondre en citant



Citation:



    Anexo da Hagiografia de São Bento - Regras de São Bento

    Mãe de todas as outras Cartas Internas Aristotélicas






    I - PRÓLOGO

    Ouça, meu filho, o ensinamento do Mestre, abra os ouvidos do seu coração! Aceite de boa vontade os conselhos de um pai que o ama e faça realmente o que ele lhe disser. Com trabalho e obediência você chegará à Deus. De fato, se você se recusar a obedecer porque lhe falta coragem, ficará longe dele. Agora é sua vez e a de todo homem que abandona sua vontade egoísta de assumir as fortes e belas armas da obediência para lutar sob as ordens de Christos, o verdadeiro Rei, nosso Messias.

    Antes de tudo, quando você começa a fazer algo de bom, deve rezar fervorosamente a Aristóteles do início ao fim. Ele foi gentil o suficiente para fazer de nós seus filhos, por isso não devemos ofendê-lo por nosso mau comportamento. Sim, os dons que ele nos deu devem estar sempre ser usados para obedecê-lo. Caso contrário, ele será como um pai irado que castiga seus filhos e os priva sua herança.

    E mesmo que nos recusemos a segui-lo até a glória, ele será um terrível Professor que ficará furioso com nossos pecados. E ele nos condenará ao castigo eterno no lugar mais perverso.

    II - O SUPERIOR

    O Superior, que é digno de estar à frente de uma comunidade, deve sempre lembrar o nome que lhe damos. Você deve mostrar por suas ações que merece ser chamado de "superior". Por isso deve nos ensinar algo, estabelecer pouco e não ordenar nada fora do ambiente dos mandamentos de Deus. Mas suas ordens e seus ensinamentos agirão como uma semente para espalhar a justiça de Deus no coração de seus discípulos. O Superior deve sempre lembrar-se disto: no dia terrível em que Deus julgará os homens, ele examinará estas duas coisas: seu ensinamento e a obediência de seus discípulos. O Superior deve sempre lembrar-se disto: no dia terrível em que Deus julgará os homens, ele examinará estas duas coisas: seu ensinamento e a obediência de seus discípulos. O Superior deve saber disto: se, entre suas ovelhas, o pai da família encontrar uma em mau estado, é o pastor que assumirá a responsabilidade.

    Pelo contrário, se o pastor vê que as ovelhas estão inquietas e não obedecem, e ele esgota suas energias fazendo todo o possível para curá-las de suas más ações e no Dia do Julgamento, Aristóteles o declarará inocente.

    É por isso que, quando alguém é chamado de Superior, ele deve conduzir seus discípulos ensinando-os de duas maneiras: tudo o que é bom e santo ele demonstrará por suas palavras, e ainda mais, por seu exemplo. Para os discípulos que têm um coração dócil, suas palavras representarão os mandamentos de Deus. Mas para aqueles de coração duro e para aqueles que entendem menos facilmente, será por seu exemplo que eles mostrarão os desígnios de Deus. E quando o superior explica a seus discípulos o que está errado, será por seu exemplo que ele mostrará que algo não deve ser feito. Caso contrário, se ele não ensinar os outros, será condenado. E se ele cometer pecados, um dia Deus lhe dirá: "Você recita meus mandamentos, mas por quê? Você fala mais da minha aliança: para que? Você detesta todas as regras. Você joga minhas palavras no chão!". E também: "Você nota a palha no olho do seu irmão, mas não nota a viga no seu". O Superior come todas as suas refeições com convidados e estranhos. Mas quando há menos convidados, ele pode convidar para sua mesa tantos irmãos quantos quiser. Entretanto, ele sempre deixará um ou dois anciãos com os irmãos para manter a boa ordem.

    O SUPERIOR AMA TODOS OS IRMÃOS SEM FAZER DISTINÇÃO

    No mosteiro, o Superior não fará nenhuma distinção entre os monges. Ele não amará mais um irmão do que outro, a menos que encontre um que aja melhor ou obedeça melhor do que os outros. Ele não colocará o homem livre diante daquele que era escravo, a não ser por uma boa razão. Mas se, por uma razão justa, o Superior achar necessário agir desta maneira, ele o fará independentemente posição dos irmãos na comunidade. Além deste caso, cada um manterá seu posto na entrada do mosteiro. De fato, escravo ou homem livre, ambos são um em Christos e todos nós temos a responsabilidade de servir o único Deus. Não, Deus não faz diferença entre os homens. A única coisa que lhe importa é ser melhor que os outros através de nossas boas ações, e ser humilde. É por isso que o Superior amará todos os irmãos com igual amor. Ele aplicará as mesmas regras a todos, mas de acordo com os méritos de cada um. Obedeça às ordens do Superior em tudo, mesmo que ele se comporte de maneira diferente, esperemos que não! -. Neste caso, lembre-se do comando de Christos: "Faça o que eles dizem e não faça o que eles fazem!" O Superior cuidará muito bem dos irmãos que cometeram erros. Na verdade, "não são aqueles que são saudáveis que precisam do médico, mas os doentes."

    O SUPERIOR AGIRÁ COMO O BOM PASTOR

    O Superior deve fazer tudo o que for necessário e muito rapidamente, para não perder uma única ovelha do rebanho que Deus lhe confiou. Para fazer isso, ele fará uso de sua inteligência e toda sua capacidade. De fato, ele sabe disso: foi-lhe dada a tarefa de liderar pessoas doentes e não de colocar uma carga exagerada de poder sobre pessoas saudáveis. Ele terá medo da ameaça que Deus fez através da boca do profeta Aristóteles: "Ele cuidou das ovelhas que você pensava estarem bem alimentadas. No entanto, você pôde ver as fraquezas delas." O Superior imitará a a ternura do bom pastor que abandona suas 99 ovelhas nas montanhas para ir em busca de uma única ovelha perdida.
    Ele sente tanta pena da fraqueza desta ovelha que a coloca em seus ombros sagrados e a devolve ao rebanho.

    III - BENS E OBJETOS DA ABADIA

    Para cuidar dos bens do mosteiro (ferramentas, roupas e todos os outros objetos), o Superior escolhe os irmãos em quem confia. É sua boa conduta e sua forma de fazer as coisas que guiam sua escolha. O Superior lhes dá a responsabilidade por esses vários objetos como ele julgar conveniente. Depois os irmãos cuidam deles e os organizam. O Superior terá uma lista dessas coisas. Assim, quando os irmãos se sucedem em um serviço, o Superior sabe o que está dando e o que está recebendo. Se alguém tratar os objetos do mosteiro de forma imprópria ou com negligência, ele será censurado. Se este irmão não se corrigir, ele será punido de acordo com a Carta Caritatis.

    IV - AS DOENÇAS

    SERVIR AOS DOENTES É SERVIR A DEUS

    Acima de tudo, devemos cuidar de nossos irmãos doentes. Nós os serviremos como o próprio Christos, porque ele disse: "Eu estive doente e você veio me visitar". E: "O que você fizer com um desses pequeninos é o que você fará comigo."

    COMO CUIDAR DOS DOENTES

    Os doentes terão uma moradia separada para seu uso exclusivo. Para servi-los, colocaremos um irmão que respeita a Deus, que é muito dedicado e cuidadoso. Sempre que necessário, ofereceremos aos doentes a possibilidade de tomar um banho. Mas permitiremos isto em menos ocasiões para aqueles que estão em boa saúde e especialmente para os jovens. Além disso, permitiremos que os irmãos que são muito fracos comam carne para reabastecer suas forças. Mas, quando estiverem melhores, todos eles serão privados de carne, como de costume. O Superior terá muito cuidado para que os cuidadores e os enfermeiros não sejam negligentes para com os doentes. Na verdade, é o Superior que é responsável por todas as falhas de seus discípulos.

    V - O TRABALHO MANUAL

    A preguiça é a inimiga da alma. Portanto, em certos momentos, os irmãos devem estar ocupados trabalhando com suas mãos. Em outros momentos, eles devem se dedicar à leitura da Palavra de Deus. É por isso que acreditamos que estas duas tarefas devem ser organizadas da seguinte forma: De Páscoa até 1.º de outubro, ao sair do ofício da Prima, os irmãos farão o trabalho necessário até, aproximadamente, 10 horas. A partir das 10 horas, até o ofício de Sexta, eles farão a sua leitura. Após a sexta hora, eles se levantarão da mesa e descansarão em completo silêncio em suas camas. Então, quando um irmão quiser ler algo em particular, ele o fará em silêncio, sem incomodar os outros. Chamamos de Nona o período anterior as 2h30 da manhã.

    Então os irmãos começam a trabalhar novamente até as Vésperas. Quando eles mesmos tiverem que trazer a colheita, porque é necessário onde eles estão, ou porque são pobres, não ficarão tristes. Quando eles viverem a experiência de trabalhar com suas mãos, como nossos pais, então eles serão verdadeiramente monges. No entanto, o faremos com moderação, por causa daqueles que são fracos. A partir de 1 de outubro até o início da Quaresma, pela manhã, os irmãos farão sua leitura até cerca das 8 horas. Então, por volta das 8 horas, é chamado de Terceira. Em seguida, eles fazem o trabalho que lhes foi ordenado fazer até cerca das 15 horas. Ao primeiro sinal da Nona, todos os irmãos deixarão seu trabalho para estarem prontos para o segundo sinal.

    Após a refeição, eles lerão novamente ou estudarão os salmos. Durante a Quaresma, eles farão sua leitura desde a manhã até as 9 horas da manhã. Em seguida, eles farão o trabalho que lhes for ordenado até as 16 horas. Durante este tempo de Quaresma, cada irmão receberá um livro da biblioteca. Eles os lerão depois e em sua totalidade. Estes livros serão distribuídos no início da Quaresma. Antes de tudo, serão nomeados um ou dois anciãos que circularão no mosteiro no momento em que os irmãos fizeram sua leitura. Eles ficarão de olho neles: pode haverá alguém que não tenha gosto por nada. Eles passarão seu tempo sem fazer nada ou conversar em vez de se aplicar à leitura. Este irmão está se prejudicando e, além disso, também distrairá os outros.

    Quando você encontrar um monge assim - esperemos que não! -, ele será censurado uma, duas vezes. Se ele não se corrigir, será punido de acordo com a Carta para que outros o temam. Um irmão não estará com outro irmão quando não for a hora certa. Aos domingos, todos os irmãos estarão ocupados lendo, exceto aqueles que são responsáveis por vários serviços. Se um irmão descuidado ou preguiçoso não quiser ou não puder meditar ou ler, ele deverá receber ordens para fazer algum trabalho para que não fique ocioso. Quanto aos irmãos que estão doentes ou com saúde frágil, lhe daremos uma ocupação ou ofício que eles possam realizar. Desta forma, eles não permanecerão desocupados e também não serão maltratados por excesso de trabalho árduo. O Superior deve levar em conta suas fraquezas.

    VI - CAMINHO PARA O NOVICIADO:

    UMA ENTRADA DIFÍCIL

    Quando alguém chegar com a intenção de seguir uma vida religiosa, não o deixemos entrar facilmente. Sigamos o conselho de São Bento: "Procure saber se o espírito que ele têm vem de Deus." No entanto, às vezes quem chega continua batendo à porta. Após quatro ou cinco dias, vemos que ele suporta pacientemente a má recepção e as dificuldades que lhe são impostas. E ele continua pedindo para entrar no mosteiro. Então, permitiremos a sua entrada e a sua permanência na casa de hóspedes por alguns dias.

    O RECÉM-CHEGADO REALMENTE PROCURA POR DEUS?

    Depois, ele irá para a Cripta dos Noviços, onde eles meditam, comem e dormem por 15 dias. Eles serão confiados ao Mestre dos Noviços, que é capaz de conduzi-los a Deus. Este irmão cuidará deles com muito cuidado. Ele observa atentamente o recém-chegado. Ele está realmente procurando por Deus? Ele se aplica ardentemente ao Serviço de Deus, à obediência, às provações que o tornam um humilde? Falaremos com ele antes de todas as coisas duras e dolorosas pelas quais se deve passar para chegar a Deus.

    UM COMPROMISSO PARA TODA A VIDA

    Quem for recebido pelos irmãos deve prometer diante de todos eles, na igreja da abadia, permanecer para sempre na comunidade, viver como um monge e obedecer. Ele fará esta promessa diante de Deus e dos santos. Então, se ele se comporta de maneira diferente, deve saber que: o Deus de quem ele zomba o condenará. Ele fará sua promessa por escrito em nome dos santos que têm suas relíquias naquele lugar e em nome do Superior.

    Ele escreverá esta promessa, por seu próprio punho. Se ele for analfabeto, pedirá a outra pessoa que o escreva para ele. O noviço desenhará uma placa sobre sua promessa e ele mesmo a colocará sobre o altar. Depois disso, o noviço começará a recitar este versículo: "Aceite-me Aristóteles, de acordo com a tua palavra e viverei. Não me deixe largado na espera." A comunidade inteira repetirá este verso três vezes e acrescentará o "Credo". Então o irmão noviço se ajoelhará aos pés de cada monge para rezar por ele. A partir daquele dia, ele realmente passou a fazer parte da comunidade.

    VII - O HÁBITO

    O hábito, desde que os monges entram na ordem, deve ser usado por todos eles, todos os dias. As vestes compreendem a túnica branca, o escapulário negro, o cinturão de couro e uma cruz de madeira no peito. O que distinguirá os Padres Oblatos dos Irmãos será uma cruz de prata em vez de uma de madeira.



    VIII - A RECEPÇÃO DOS HÓSPEDES

    Todos os convidados que chegarem serão recebidos como o Filho de Deus. Na verdade, ele mesmo dirá: "Fui um forasteiro e vocês me acolheram." Receberemos a todos com o maior respeito, especialmente os irmãos aristotélicos e os estrangeiros. Portanto, assim que for anunciada a chegada de um convidado, o superior e os irmãos irão ao seu encontro com toda a honra que o amor inspira. Eles começarão rezando juntos. Então, eles darão paz uns aos outros. Daremos este beijo de paz somente após a oração, por causa das decepções do maligno. Nas saudações, mostraremos os sinais de humildade a todos os convidados que chegarem ou partirem. Inclinaremos nossas cabeças ou nos ajoelharemos para adorar o Christos através de quem recebemos.

    Após esta recepção, conduziremos os convidados à oração. Então, o superior ou o irmão que ele enviar se sentará com eles. Na presença de toda a comunidade, o Superior lavará os pés de todos os convidados. O Superior despejará água nas mãos dos convidados. Receberemos os pobres e os estrangeiros com mais cuidado e atenção. De fato, é sobretudo através deles que receberemos Deus. Os ricos serão temidos, por isso são sempre respeitados. Nenhum irmão deverá ir em busca de convidados ou conversar com eles quando não tiver sido expressamente ordenado a fazê-lo. Mas se ele os encontrar ou os vir, ele os cumprimentará humildemente, como dissemos antes, e pedirá a bênção deles. Ele então continuará o seu caminho, explicando que não está autorizado a falar com os convidados. Ele nomeará um irmão como anfitrião e cuidará dos convidados com a bênção do superior.

    RECEBENDO MONGES ESTRANGEIROS

    Um monge estrangeiro vem de muito longe. Ele quer ficar no mosteiro como convidado. Se ele está satisfeito com os costumes que lá encontra, se não perturba o mosteiro pedindo demais, e se está simplesmente feliz com o que encontra, ele é recebido pelo tempo que quiser. Se ele reprova algo ou se faz observações de uma maneira razoável e com um amor cheio de humildade, o Superior pensa cuidadosamente: Aristóteles não o enviou para lá de propósito? Então, se ele quiser permanecer para sempre na comunidade, este pedido não será combatido. De fato, durante sua estadia na casa de hóspedes, podia-se ver seu modo de vida. Mas se, durante este tempo, ele tem sido exigente, ou se sua conduta tem sido ruim, ele não deve estar unido ao corpo do mosteiro. Ao contrário, ele deveria ser educadamente aconselhado a sair, para que sua má conduta não prejudique os outros. Pelo contrário, quando ele não merece ser expulso, ele é recebido se o pedir; ou melhor ainda, ele é fortemente aconselhado a ficar e é trazido à comunidade, para que outros possam aprender algo com seu exemplo. Na verdade, em todos os lugares onde servimos o mesmo Deus, lutamos sob as ordens do mesmo Rei. E mesmo quando o Superior vê que o monge o merece, ele pode colocá-lo em uma posição um pouco mais alta do que a de sua entrada. E o Superior pode fazer isso não só para um monge, mas também para um sacerdote ou um clérigo, se ele julgar que sua conduta merece isso. Já dissemos isto acima. Entretanto, o Superior será muito cuidadoso: ele nunca manterá um monge de outro mosteiro conhecido por muito tempo sem o acordo de seu abade ou sem uma carta de recomendação. Para Aristóteles disse: "Não faça aos outros o mal que você não quer para si mesmo".

    IX - AMOR

    Um fogo triste e amargo poderá nascer no coração que nos separe de Deus e nos afaste Dele para sempre. Também poderá surgir ali um bom fogo que nos separe da dor e nos leve a Deus e à vida com ele para sempre. Este fogo se espalhará entre os monges por meio de seu grande amor. Eis como: cada um desejará ser o primeiro a mostrar respeito a seu irmão. Eles suportarão com grande paciência as fraquezas dos outros, tanto as do corpo como as de sua natureza. Eles obedecerão um ao outro de todo o coração. Ninguém buscará o seu próprio interesse, senão o dos outros. Eles professarão um amor altruísta um pelo outro, como os irmãos da mesma família. Eles respeitarão a Deus com amor.
    Eles amarão seu abade com humildade e sinceridade. Eles não colocarão nada antes de Christos e Aristóteles. Que ele nos conduza a todos à vida eterna!

    X - A ALIMENTAÇÃO

    Para a refeição de cada dia, que será entre o meio-dia e três horas, acreditamos que dois pratos cozidos serão suficientes para cada mesa. E isto é devido às fraquezas de cada um. Assim, quem não puder comer de um prato, comerá do outro. É por isso que dois pratos cozidos serão suficientes para todos os irmãos. E quando puder comer frutas ou legumes frescos, nós o acrescentaremos como terceiro prato. Quando houver apenas uma refeição (e também quando houver duas), ao meio-dia e à noite, um grande pedaço de pão será suficiente para o dia. Quando houver uma refeição à noite, o irmão guardião guardará um terço do pão para dar aos irmãos naquele momento. Quando houver mais trabalho do que o habitual, o Superior poderá, se o julgar apropriado, acrescentar algo. Acima de tudo, porém, é preciso evitar excessos, para que um monge nunca chegue ao ponto de indigestão. De fato, não há nada mais contrário a qualquer aristotélico do que comer demais. Christos disse: "Cuidado! Não aumentem o peso do vosso coração comendo e bebendo demais!" Para jovens e crianças, não serviremos a mesma quantidade de alimentos que para os idosos. Nós lhes daremos menos, mantendo a medida em todas as coisas. Todos evitarão absolutamente comer carne, exceto os doentes que estão muito fracos.

    XI - AS BEBIDAS

    Cada um recebe um dom especial de Deus: um deste e outro daquele. É por isso que hesitamos um pouco em definir a quantidade de alimentos e bebidas para os outros. Entretanto, devido à enfermidade daqueles que são fracos, pensamos que uma dose de vinho será suficiente para cada irmão para o dia. Mas para alguns, Deus lhes dará a força para se privar disso. Aqueles que o fizerem devem saber que receberão uma recompensa especial por isso. Quando se precisar beber mais vinho por causa do lugar onde se está, por causa do trabalho ou do calor do verão, o superior decidirá dar mais. Mas, em todo caso, ele deverá ter cuidado com isso: os monges não poderão beber muito vinho e nunca deverão ficar embriagados. No entanto, aqui está o que lemos: "O vinho, definitivamente, não foi feito para os monges." Mas, atualmente, talvez não sejamos capazes de convencê-los desta verdade. Portanto, vamos concordar ao menos em dizer: "Não bebam muito, mas com moderação." Por causa do vinho, até mesmo os sábios podem abandonar a Deus. Às vezes o lugar é tão pobre que não conseguimos sequer encontrar a quantidade de vinho definida acima. Você pode encontrar muito menos ou nenhum. Então os monges que lá vivem abençoarão a Deus em vez de murmurar. Sim, antes de mais nada, aqui está o que recomendamos: que os monges nunca murmurem!

    XII - ORAÇÃO

    Quando quisermos pedir algo às pessoas poderosas, ousaremos fazê-lo apenas com humildade e grande respeito. Então, quando rezamos ao Deus do mundo, devemos fazê-lo com ainda mais humildade, com um coração puro e totalmente dedicado a Deus. E nós sabemos disso: Deus nos responderá, mesmo se rezarmos com poucas palavras, mas com um coração puro, lamentando até mesmo as lágrimas soltas por ofenderem a Deus. É por isso que a oração deve ser curta e pura, a menos que Deus, em sua bondade, nos toque e nos inspire a rezar por mais tempo. Entretanto, na oração comunitária, a oração deve ser muito breve. E, assim que o superior der o sinal, os irmãos se levantarão todos juntos.

    XIII - REGRAS IMPORTANTES

    1. Esteja presente regularmente e participe da vida da abadia.

    2. Participe regularmente do trabalho religioso e participe das celebrações das grandes festas religiosas.

    3. As Ausências prolongadas justificarão a tomada de medidas contra a introdução de monges cistercienses na Igreja e na Ordem. O Superior será responsável por uma auditoria periódica para supervisionar o cumprimento dos votos dos irmãos.

    XIV - DESRESPEITO AS REGRAS

    O Superior tem o poder de repreender, em público ou em privado, qualquer infração menor de um cisterciense. Cada repreensão será objeto de um informe que será relatado ao capítulo. Uma infração repetida ou significativa dará ao Superior a possibilidade de convocar o Tribunal da Ordem.

    As Sanções:

    • Reprimenta estrita e pública.
    • Reparação Pública.
    • Sermão Pública no momento da missa feita na Povoação de Residência.
    • Peregrinação.
    • Esmola.
    • Flagelação Pública com um chicote.
    • Isolamento Espiritual.
    • Suspensão Temporária.
    • Banimento da Ordem.
    • Transferência do caso para a Inquisição ou para os Tribunais.

    Prestemos muita atenção a isto: no mosteiro, ninguém se permitirá, sob nenhuma circunstância, tomar a defesa de outro monge ou agir como se fosse seu protetor, mesmo que seja um parente, mais ou menos próximo a ele. Os monges nunca se deixarão agir desta maneira. De fato, isto pode levar a conflitos muito sérios. Se alguém ignorar esta exortação, será punido com severidade.

    TRIBUNAL:

    O Capítulo Geral estará sempre associado à Regra ou a Carta do Superior. O Superior será o Presidente do Tribunal e atuará como Procurador. O acusado enfrentará a Regra defendendo-se sozinho. As modalidades exatas do procedimento serão definidas pelo Superior de acordo com a complexidade do caso (troca de mensagens particulares, reunião msn, subfórum de Tribunal,...).

    Aristóteles: A Virtude da Justiça pertence ao Domínio Político, pois é a noção de justiça que introduz a política em uma ordem e o Poder Judiciário marca a fronteira entre o justo e o injusto.

    XV - ÉPILOGUE

    É por isso que escrevemos esta Regra: ao colocá-la em prática nos mosteiros, mostramos, pelo menos um pouco, que nossa conduta é correta e que começamos a levar uma vida religiosa. Mas para aquele que fingem levar uma vida perfeita, ainda existem alguns ensinamentos dos Santos Padres. Nos livros sagrados, cada página, cada palavra que vem do próprio Deus não é uma regra segura para guiar a vida dos homens... Existem também livros dos Santos Padres Aristotélicos: eles não falam claramente do que devemos fazer para seguirmos o caminho certo para nosso Criador?

    Herança de São Bento

    Regra de São Bento corrigida pelo Padre Pobelcourt, Grande Prior da Ordem Cisterciense.






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Dernière édition par Adonnis le Sam Nov 07, 2020 4:53 am; édité 1 fois
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MessagePosté le: Sam Nov 07, 2020 4:39 am    Sujet du message: Répondre en citant



Citation:



    Resumo da Hagiografia de São Bento




    I - Introdução:

    Bento de Pisa Iaolo, Ben para os amigos ou São Bento para os aristotélicos, fundador da extinta Ordem Beneditina e, sobretudo, inspirador de crescimento monástico. Ele é considerado o Santo Padroeiro das ordens religiosas aristotélicas e do monasticismo, inspirado na Tábua de Oane, editor das Regras de São Bento (mãe de todas as outras cartas aristotélicas internas) e dos 12 preceitos que também levam seu nome, destinados a civilizar um pouco a vida da cidade.

    II - Início:

    O pequeno Bento nasceu por volta de 480, em uma Família de Nobres Romanos. reso a uma crise existencial e rejeitando o estilo de vida degenerado do seu meio, ele se interessou pelo estudo da lógica de Aristóteles e do misticismo de Christos. Bento rejeitou os falsos deuses dos mundos escuros, ao ser iluminado pela luz da Revelação.

    Bento foi às praças públicas e aos mercados e começou a pregar. Ele estabeleceu relações com mulheres, homens e crianças e lhes ensinou sobre as virtudes, a natureza e a beleza profunda do homem. Sua mensagem era simples, era a mensagem de Christos: "Se para você a vida não tem sentido, então ame a vida mais do que o sentido da vida. Não espere até morrer para entender que a vida está passando por você. Lembre-se: Nós não nascemos apenas para morrer, nascemos para viver." Ele também disse que o ser divino é Todo-Poderoso e que a essência das coisas está nas próprias coisas e em suas formas. O lugar ideal onde o homem educado pode alcançar a felicidade é a cidade.

    III - Tábuas e Leis:

    O rei, seduzido pela sua pregação ardente, concedeu a Benedito um pedaço de terra em Cluny para que ele pudesse estabelecer sua comunidade. A comunidade floresceu. Os edifícios foram construídos, os monges se reuniram em um lugar onde todos puderam encontrar sabedoria. Na fundação deste primeiro mosteiro, ele estabeleceu uma vida fortemente exemplar: nenhum monge tentou novamente deixar o caminho da vida santa virando-se para a direita ou para a esquerda, como haviam feito em ocasiões anteriores. Com tanta raiva contida, os irmãos perderam a cabeça. Eles procuraram uma maneira de matá-lo. Através de suas orações e bênçãos, Bento descobriu as intrigas maquiavélicas e tentou expor os ataques do inimigo. Bento levantou, portanto, a questão das regras morais ideais para organizar a cidade e a comunidade monástica.

    Seguindo o conselho de Christos: "Se eles se recusarem a recebê-lo e ouvir suas palavras, saia desta casa ou desta cidade sacudindo a poeira de seus pés", Bento deixou o mosteiro e se instalou no cume do Monte Cassino, o antigo lugar de tradição heterodoxa. Assim que ele chegou, o homem de Deus destruiu o ídolo e derrubou o altar. A criatura sem nome entrou em alvoroço e usou todo tipo de artifícios para dificultar a construção do mosteiro... No pior momento, Deus lhe deu um impulso em seu empreendimento e São Bento teve um sonho estranho:

      "... No centro de um oásis estava uma coluna sobre a qual repousava a Tábua de Oane, a famosa Tábua contendo os mandamentos de Deus. Esta pedra havia sido esculpida pelos dedos do Criador e confiada à primeira comunidade para que nunca esquecesse que além do Amor, também estávamos vinculados à lei da Criação. Esta pedra, que deveria ter desaparecido com a cidade, estava lá, intacta. Em sua viagem de sonho, ele viu um homem convidando-o a se aproximar, parecia velho e tinha barba.... Ele se parecia com os antigos retratos de Aristóteles, mas poderia ter sido Christos ou mesmo Oane. O homem pegou areia, mas talvez fosse sal... Uma mulher carregando um jarro se aproximou dele e o homem derramou a areia dentro do jarro. A mulher então caminhou até a coluna e derramou o conteúdo do jarro sobre a pedra... não era areia, sal, ou qualquer coisa que ele soubesse... Parecia que um arco-íris estava caindo sobre a pedra e ela começou a brilhar. A tábua brilhava mas ofuscar a visão, e as palavras, embora escritas em uma língua que o homem não conseguia mais ler, lhe pareciam familiares. Bento falou longamente com o casal, eles disseram que representavam tanto o que era quanto o que ainda seria, explicaram-lhe que a tábua havia sido preservada, embora afastada da vista dos homens porque ainda não estavam prontos para observá-la, mas que ele, Bento de Pisa Yaolo, talvez pudesse traduzir um texto que Aristóteles havia trazido de volta depois de ter descoberto e decifrado a pedra. Mostraram-lhe onde este texto tinha sido escondido e esquecido."

    E quando acordou pela manhã, ele sabia para onde ir... um lugar muito próximo: uma cripta mortuária numa caverna bem escondida na base do Monte Cassino. Bento encontrou ali, como seu sonho lhe havia mostrado, uma caixa de couro selada contendo vários rolos de pergaminhos antigos em mau estado. Aristóteles os tinha escrito no estilo Greco-Alexandrino de seu tempo e a tradução era longa e trabalhosa. Com base no conhecimento que a Lei Divina lhe havia dado, através da Tábua de Oane, Bento escreveu, em seu Scriptorum, 12 preceitos a fim de orientar a moralidade amenizada da cidade e estabelecer a famosa regra monástica que doravante teria seu nome. Bento desenvolveu sua mensagem de ordem e paz, único garante de uma comunidade de homens e mulheres inclinados à verdade e à educação na verdade.

    Esta experiência transformou sua vida e lhe deu a inspiração para continuar seu trabalho. O novo edifício que ele estava criando tornou-se mais uma reconstrução do que uma construção. Homens silenciosos apareciam no campo ou na floresta, cavando, desbravando, construindo. Outros homens silenciosos que não podiam ser vistos sentaram-se no claustro congelado, cansando seus olhos e afiando suas mentes dolorosamente ocupados, copiando e recopiando os manuscritos que haviam salvo. Ninguém discutia ou desprezava, ninguém chamava a atenção para o que estava fazendo, mas pouco a pouco o bosque pantanoso se tornava um eremitério, uma casa religiosa, uma fazenda, uma abadia, um seminário, uma escola, uma cidade. Estradas e pontes o colocaram em contato com outras abadias e outras cidades que tinham crescido da mesma forma.

    Foi assim que foi fundada a comunidade beneditina. O trabalho é o eixo que permite o desenvolvimento da razão para a satisfação de todos. A videira é a essência do trabalho manual, porque, como disse Bento: "é o sangue da terra, um presente de nosso senhor para a humanidade. Por este sangue, façamos com que a casa dos homens rendam frutos para a grandeza de Deus." Cada um tinha seu lugar, mesmo que pudesse mudá-lo. A busca da beleza estava em ação porque a beleza sensível é uma imagem da beleza eterna que a alma já contemplou. Eles estavam tentando descobrir as proporções, medidas e ritmos harmoniosos que permitem sua manifestação. Benedito seguiu os princípios de Aristóteles: "A essência das coisas está nas próprias coisas e as dá forma." Bento não esqueceu a educação dos homens: padres em cada aldeia, bispos para conduzi-los, alguns monges itinerantes para apoiá-los constantemente e compartilhar com eles a sabedoria. Para aqueles que protegiam a comunidade, a carne era reservada para que pudessem ficar fortes. Aqueles que pregavam aos borgonheses receberam, com prioridade, frutas e verduras para que seu carisma se desenvolvesse da melhor forma possível; os peixes foram reservados para aqueles que permaneceram na abadia, trabalhando nas causas primárias e, sendo assim, sua inteligência se tornava mais e mais viva porque, como disse Aristóteles: "Como o bem final reside no divino, sem dúvida e para identificar o bem, basta ater-se à análise da essência do divino. A substância do Todo-Poderoso é inteligência pura e perfeita, de modo que o bem pode ser apenas a perfeição da substância e, portanto, da natureza das coisas."

    Um abade para liderar a comunidade, um conselho para apoiá-lo e assistir os monges em pequenos grupos, cada um encontrando um guia que está sempre presente. A Borgonha tornou-se uma grande terra da religião aristotélica.

    Os 12 Preceitos de São Bento:

    1. A um só Deus tú adorarás e amarás perfeitamente.
    2. Respeitarás o Seu Santo Nome, evitarás a blasfêmia e os falsos juramentos.
    3. Guardarás o dia do Senhor, servindo a Deus com devoção.
    4. Honrarás o teu pai e a tua mãe, bem como os teus superiores hierárquicos.
    5. Evitarás o homicídio e o escândalo, o ódio e a ira.
    6. Observarás cuidadosamente a pureza nos seus atos.
    7. Não te apropriarás dos bens de outros, nem os reterá injustamente.
    8. Banirás a calúnia, bem como as mentiras.
    9. Velarás pela pureza nos teus pensamentos e nos teus desejos.
    10. Não cobiçarás as coisas dos outros.
    11. A Fé e a Razão irão guiá-lo simultaneamente.
    12. Apenas Aristóteles e Cristos adorareis, evitando falsos profetas.





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