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[Anúncio] Comunicados do Consistório Pontifical Lusófono

 
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Eduardo
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MessagePosté le: Mar Juin 05, 2018 5:50 am    Sujet du message: [Anúncio] Comunicados do Consistório Pontifical Lusófono Répondre en citant

CPL a écrit:


    DISSOLUTA MATRIMONIUM
    Dissolução do Matrimónio de Rosalia e Eliot Borgia.

    Nós, Eduardo Cardeal-Próspero, Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal, em nome do Consistório Pontifical Lusófono, por graça de Deus, Aristóteles e Christos, anunciamos a aceitação do veredicto proposto sobre o processo de dissolução de matrimónio de Rosalia e Eliot Borgia:


      I. Em conformidade com o Direito Canónico, Bula Pontifical "Ad mundi salutem per sanctificationem ", secção B:

        Artigo 6 : Os motivos invocados para uma dissolução do sacramento de matrimónio são:

        - Artigo 6.1 :O desaparecimento dos sentimentos amorosos entre os esposos,

        - Artigo 6.2 : O adultério cometido por um dos dois esposos; o cônjuge faltoso está interdito de se voltar a casar.

        - Artigo 6.2 : O abandono do domicílio conjugal por um dos dois esposos por um período superior a 3 meses. O cônjuge reconhecido como culpado de negligência conjugal é passível de interdição de se voltar a casar.

        - Artigo 6.2 : O desaparecimento de um dos dois cônjuges por um período de tempo superior a 3 meses.

      II. Após estudo e investigação, todas as causas foram comprovadas.

      III. A união dos conjugues gerou três descendentes legítimos, sendo eles: Helena_Borgia, Elemental.br, Sebastan_Borgia.


    Em virtude dos fatos expostos, este Sagrado Consistório, resolve:

      I. Dissolver o matrimónio de Eliot e Rosalia, a partir da publicação deste édito.

      II. Aplicar a penitência de dois credos no Adro da Igreja Portuguesa por parte da fiel Rosalia, que após cumprida, poderá voltar a contrair o sacramento de matrimónio após o período de dois meses.

      III. A penitência de dez credos no Adro da Igreja Portuguesa, por parte do fiel Eliot e o impedimento de contrair matrimónio pelo período de um ano, em razão do adultério e abandono cometido. O fiel também deverá cursar teologia básica no Seminário de Viana do Castelo, para relembrar as virtudes do aristotelismo, além de comprometer-se a realizar uma doação de 200 cruzados ao Condado ou povoação onde reside.

      IV. Os filhos do matrimónio devem ficar sob tutela da fiel Rosalia.



    +Ad Majorem Dei Gloriam+
    Para Maior Glória de Deus

    Lavrado em Roma, aos V dias de junho do ano da graça MCDLXVI de Nosso Senhor.


    Sua Eminência D. Eduardo Cardeal-Próspero




Code:
[quote="CPL"]
[list][img]https://i11.servimg.com/u/f11/17/21/94/67/eduard14.png[/img]
[color=darkred][size=14][b]DISSOLUTA MATRIMONIUM [/b][/size][/color]
[i][b]Dissolução do Matrimónio de Rosalia e Eliot Borgia.[/b]

[b]Nós, Eduardo Cardeal-Próspero, Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal, em nome do Consistório Pontifical Lusófono, por graça de Deus, Aristóteles e Christos, anunciamos a aceitação do veredicto proposto sobre o processo de dissolução de matrimónio de Rosalia e Eliot Borgia:[/i][/b]
[list]
[b]I. [/b]Em conformidade com o Direito Canónico, Bula Pontifical "Ad mundi salutem per sanctificationem ", secção B:

[list]Artigo 6 : Os motivos invocados para uma dissolução do sacramento de matrimónio são:

- Artigo 6.1 :O desaparecimento dos sentimentos amorosos entre os esposos,

- Artigo 6.2 : O adultério cometido por um dos dois esposos; o cônjuge faltoso está interdito de se voltar a casar.

- Artigo 6.2 : O abandono do domicílio conjugal por um dos dois esposos por um período superior a 3 meses. O cônjuge reconhecido como culpado de negligência conjugal é passível de interdição de se voltar a casar.

- Artigo 6.2 : O desaparecimento de um dos dois cônjuges por um período de tempo superior a 3 meses.[/list]
[b]II.[/b] Após estudo e investigação, todas as causas foram comprovadas.

[b]III.[/b] A união dos conjugues gerou três descendentes legítimos, sendo eles: Helena_Borgia, Elemental.br, Sebastan_Borgia.[/list]

[color=darkred][b]Em virtude dos fatos expostos, este Sagrado Consistório, resolve: [/b][/color]

[list][b]I.[/b] [b]Dissolver o matrimónio de Eliot e Rosalia, a partir da publicação deste édito.[/b]

[b]II. Aplicar a penitência de dois credos no Adro da Igreja Portuguesa por parte da fiel Rosalia, que após cumprida, poderá voltar a contrair o sacramento de matrimónio após o período de dois meses.

III. A penitência de dez credos no Adro da Igreja Portuguesa, por parte do fiel Eliot e o impedimento de contrair matrimónio pelo período de um ano, em razão do adultério e abandono cometido. O fiel também deverá cursar teologia básica no Seminário de Viana do Castelo, para relembrar as virtudes do aristotelismo, além de comprometer-se a realizar uma doação de 200 cruzados ao Condado ou povoação onde reside.

IV. Os filhos do matrimónio devem ficar sob tutela da fiel Rosalia.[/b]
[/list]

[b]+Ad Majorem Dei Gloriam+[/b]
Para Maior Glória de Deus

Lavrado em Roma, aos V dias de junho do ano da graça MCDLXVI de Nosso Senhor.

[img]https://i.imgur.com/md7ITKq.png[/img]
Sua Eminência D. Eduardo Cardeal-Próspero

[img]http://i.imgur.com/xR3d3dz.png[/img][/list]
[/quote]

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MessagePosté le: Mer Juin 20, 2018 10:19 pm    Sujet du message: Répondre en citant

CPL a écrit:


    NOTA DE ESCLARECIMENTO
    Esclarecimento sobre veiculação de informações falsas

    Nós, Sua Eminência Reverendíssima D. Eduardo Cardeal-Próspero, Sant'Antonio dei Portoghesi Cardinalis, Cardeal Nacional Eleitor, XXVIII Primaz de Portugal, Arcebispo Metropolitano de Lisboa, Inquisidor Internacional para zona Lusófona, Consultor-Penitenciário para zona lusófona da Penitenciária Apostólica, Professor no Seminário Internacional Inquisitorial Romano, Professor no Seminário Menor de Viana do Castelo, Tradutor da Villa San Loyats, Por graça de Deus, Aristóteles e Christos, em nome do Consistório Pontifical Lusófono, esclarecemos;



      Em virtude da informação caluniosa veiculada pelo cidadão Redator (minor-char) no dia 18 do presente mês, comentário feito em espaço público, nomeadamente no Gabinete do Conde na capital Coimbra, onde acusou irresponsavelmente um integrante do Conselho Arquidiocesano de Lisboa de supostamente ter sofrido processo disciplinar por crime de heterodoxia e ter cumprido pena por isso, resolvemos expedir nota.

      A competência para discutir e deliberar sobre crimes de heterodoxias cometidos por clérigos da Santa Igreja, ou seja, crimes de fé, está sob alçada do Tribunal da Inquisição, com sede em Roma, sob tutela da Congregação para Santa Inquisição e nenhum outro.Dito isto, salientamos que o Chanceler Arquidiocesano de Lisboa, Diácono Adonnis de Leiria, nunca foi condenado e também nunca sofreu processo na justiça extraordinária como acusa o dito Redator.

      Informamos também que o Chanceler estará reunido nesta sexta-feira, no Palácio Episcopal de Lisboa, Informamos também que o Chanceler estará reunido nesta sexta-feira, no Palácio Episcopal de Lisboa com o nosso departamento jurídico, para receber orientações sobre como proceder legalmente contra tal impropério.



    +Ad Majorem Dei Gloriam+
    Para Maior Glória de Deus

    Escrito em Roma, aos 20 dias de junho do ano da graça 1466 de Nosso Senhor.


    Sua Eminência D. Eduardo Cardeal-Próspero



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MessagePosté le: Mer Sep 12, 2018 5:23 am    Sujet du message: Répondre en citant

CPL a écrit:



    NORMAS DE USO DA CATEDRAL

    Atualização das normas para o uso da Catedral do Reino

    Nós, Sua Eminência Reverendíssima D. Eduardo Cardeal-Próspero, Sant'Antonio dei Portoghesi Cardinalis, Cardeal Nacional Eleitor, Vice-Primaz de Portugal, Arcebispo Metropolitano de Lisboa, Sacrae Rotae Romanae Relatore, Pároco de Leiria, Confessor de Leiria, Confessor de Alcobaça, Chanceler Diocesano de Coimbra, Professor no Seminário Menor de Viana do Castelo, Professor no Seminário Internacional Inquisitorial Romano, Tradutor da Villa de San Loyats, Conselheiro de Coimbra, Porta-Voz de Coimbra, Vice-Prefeito do Ofício de Imprensas, Prefeito do Ensino Inquisitorial, Jesuíta, por Graça de Jah, Aristóteles e Christos,

    Na nossa qualidade de Cardeal Nacional Eleitor do Consistório Pontifical Lusófono, decretamos,


    O PROCEDIMENTO PARA UTILIZAÇÃO DA CATEDRAL DO REINO:

    1. Do uso

    1.1.A Catedral do Reino é o local, por excelência, onde as grandes cerimónias do Reino de Portugal tomam lugar, como por exemplo:

    1.1.1. Baptismos;
    1.1.2. Casamentos;
    1.1.3. Funerais;
    1.1.4. Ordenações;
    1.1.5. Elevações;
    1.1.6. Tomadas de posse.


    2. Do uso da Catedral do Reino

    2.1. O uso da Catedral do Reino fica estritamente reservada à nobreza, ou onde pelo menos umas das partes intervenientes é nobre, com um equivalente a 2 ou mais pontos.

    2.2. As partes intervenientes ficam assim estabelecidas:

    2.2.1. No baptismo, o catecúmeno;
    2.2.2. No casamento, ambos os noivos;
    2.2.3. No funeral, o finado;
    2.2.4. Nas ordenações, o fiel a ser ordenado;
    2.2.5. Nas elevações, o sacerdote a ser elevado;
    2.2.6. Nas tomadas de posse, o fiel a ser empossado.

    2.3. A definição de "nobre" recai sobre o Conselho Nobiliárquico Português, sem prejuízo das leis da Santa Madre Igreja.

    2.4. Os pontos relacionados a nobreza são os mesmos para a Nobreza feudal e Nobreza de Palácio.

    2.4.1. Os pontos da nobreza são distribuídos do seguinte modo, por ordem decrescente:


    2.4.2. Rei ou Rainha: 12 pontos
    2.4.3. Príncipe ou Princesa Real: 10 pontos
    2.4.4. Infante ou Infanta: 9 pontos
    2.4.4. Duque ou Duqueza: 8 pontos
    2.4.5. Marquês ou Marquesa: 6 pontos
    2.4.6. Conde ou Condessa: 4 pontos
    2.4.7. Visconde ou Viscondessa: 3 pontos
    2.4.8. Barão ou Baronesa: 2 pontos
    2.4.9. Senhor ou Senhora: 1 ponto
    2.4.10. Comendador ou Comendadora: 1 ponto


    3. Dos oficializantes da Catedral do Reino
    3.1. O oficializante da Catedral do Reino é seleccionado em função da soma das partes intervenientes, com um equivalente de 2 ou mais pontos.

    3.2. A selecção do(s) oficilizante(s) fica(m) assim estabelecida(s), por ordem decrescente:

    3.2.1. Cardeal ou Primaz: 8 ou mais pontos
    3.2.2. Prelado: 3 a 8 pontos
    3.2.3. Vigário-Diocesano ou Vigário Geral: 2 a 3 pontos


    3.3. A selecção final dos nomes dos oficializantes, como da presença do clero, é feita pela Assembleia Episcopal de Portugal.


    4. Das especificidades
    4.1. Ao monarca assiste o privilégio de ser oficializado pelo clérigo mais hierárquico, sempre que possível.
    4.2. Caso não seja possível a cerimónia na Catedral do Reino, todos os outros lugares permanecem válidos; como por exemplo, a igreja da paróquia, a sé da diocese e a capela de Portugal (fórum de Roma). São oficializados normalmente, com discrição do prelado conforme o Direito Canónico.
    4.3. Os prelados, ou de grau equivalente, e acima, têm a prerrogativa de serem elevados/nomeados na Catedral do Reino.
    4.4. Estas regras são válidas sem prejuízo do Direito Canónico aplicável.


    5. Alguns bons exemplos
    5.1. Baronesa X quer ser baptizada -> 2 pontos : aceite, será um Vigário ou um Prelado (2 a 3 pontos) a oficializar;
    5.2. Barão A e baronesa B querem-se casar: 2+2 = 4 pontos : aceite, será um Vigário ou um Prelado (2 a 4 pontos) a oficializar;
    5.3. O duque C e a plebeia Z querem-se casar: 8+0 = 8 pontos : aceite, será um Prelado, Primaz ou Cardeal (8 pontos +) a oficializar.
    5.4. O Comendador D e a Senhora E querem-se casar: 1+1 = 2 pontos : aceite, será um Vigário (2 a 3 pontos) a oficializar.



    +Ad Majorem Dei Gloriam+
    Para Maior Glória de Deus

    Escrito em Roma, aos 12 dias de setembro do ano da graça 1466 de Nosso Senhor.

    Pelo Consistório Pontifical Lusófono,

    Sua Eminência D. Eduardo Cardeal-Próspero
    Cardeal Nacional Eleitor




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