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Beatrix_algrave



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MessagePosté le: Mar Déc 12, 2017 2:34 pm    Sujet du message: Répondre en citant

- Não. Quando se fala preço da confissão é o valor de doação que o fiel paga como mínimo (nada impede que ele doe mais se quiser). Se ele paga 1 cruzado isso vai pra caixa da igreja. O valor pago ao confessor é pago ao final da jornada. Mas enfim, se eu instituo a doação em 1 mínimo e tenho um turno de 10 horas com 10 confissões e todos doarem o mínimo, o que acontecerá é, a igreja receberá 10 no cofre pelo total de confissões (ela recebe a cada confissão no ato) e o confessor receberá 20 cruzados (ao final da jornada). Imagine isso continuamente, chegará uma hora em que a igreja não poderá mais pagar o confessor pois ela paga o dobro do que arrecada.


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Dernière édition par Beatrix_algrave le Mar Déc 12, 2017 2:42 pm; édité 2 fois
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NReis



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MessagePosté le: Mar Déc 12, 2017 2:41 pm    Sujet du message: Répondre en citant

A irmã Beatrix tem razão. Eu não tinha entendido isso no comunicado.

Sim, no máximo tem que balancear. Pedimos 2/3 cruzados aos fieis e pagamos 2 cruzados ao confessor.

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His Excellency NReis Ribeiro de Sousa Coutinho | Archbishop of Braga | Vice-Primate of the Kingdom of Portugal | General Secretary of the Roman Registers | Writer of the Saint Office | Translator on Villa San Loyats



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Beatrix_algrave



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MessagePosté le: Mar Déc 12, 2017 2:43 pm    Sujet du message: Répondre en citant

- Eu me preocupo realmente que essa ausência de normas e fiscalização possa acarretar pessoas se aproveitando do tesouro da igreja. Eu por exemplo, vou começar a fazer relatório do caixa da igreja de Braga, como pároca. Quando comecei ele estava a cerca de 200 cruzados. Com a colaboração de confessora gratuita e também a minha, já passamos de 400 cruzados atualmente. Acho importante registrar isso.
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Eduardo



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MessagePosté le: Mar Déc 12, 2017 4:21 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Beatrix_algrave a écrit:
- Não. Quando se fala preço da confissão é o valor de doação que o fiel paga como mínimo (nada impede que ele doe mais se quiser). Se ele paga 1 cruzado isso vai pra caixa da igreja. O valor pago ao confessor é pago ao final da jornada. Mas enfim, se eu instituo a doação em 1 mínimo e tenho um turno de 10 horas com 10 confissões e todos doarem o mínimo, o que acontecerá é, a igreja receberá 10 no cofre pelo total de confissões (ela recebe a cada confissão no ato) e o confessor receberá 20 cruzados (ao final da jornada). Imagine isso continuamente, chegará uma hora em que a igreja não poderá mais pagar o confessor pois ela paga o dobro do que arrecada.



Obrigado pelo esclarecimento, Beatrix. Penso que agora entendi. Portanto, é o "preço da confissão" é equivalente à doação e é isto que descontará do fiel? Sendo assim, se o salário do Confessor for 2 cruzados, o preço da confissão precisa ser o mesmo para não correr o risco?
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Pela Graça de Deus, Sua Majestade Real D. Eduardo I de Portugal, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar
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Eduardo



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MessagePosté le: Mar Déc 12, 2017 4:21 pm    Sujet du message: Répondre en citant

NReis a écrit:
A irmã Beatrix tem razão. Eu não tinha entendido isso no comunicado.

Sim, no máximo tem que balancear. Pedimos 2/3 cruzados aos fieis e pagamos 2 cruzados ao confessor.


Penso que agora entendi
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Eduardo



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MessagePosté le: Mar Déc 12, 2017 4:30 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:


    Recomendações aos Párocos e Confessores

    Orientações para o gerenciamento dos confessionários


    Nós, Eduardo Cardeal-Próspero, Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal, em nome dos prelados que compõe a Assembleia Episcopal de Portugal, por Graça de Jah, Aristóteles e Christos,

    Aos XII dias do mês de Dezembro, do ano da Graça MCDLXV de Nosso Senhor,



    A Assembléia Episcopal de Portugal tem recebido algumas reclamações sobre o uso dos confessionários das nossas paróquias. Para buscar uma melhor maneira de responder aos nossos fiéis e ao clero, estabelecemos alguns esclarecimentos sobre o funcionamento do confessionário e critérios à serem pelo clero paroquial;


    • Sobre o Funcionamento;

      Os Párocos perceberam em vossos gabinetes na Igreja, que há duas opções diferentes para cobrança de soldos relacionados a confissão. O primeiro, corresponde ao salário do Confessor. O segundo, é destinado ao caixa paroquial. Nós recomendamos que seja cobrado 3 cruzados para o preço das confissões e 2 cruzados para o salário do Confessor. O Confessor recebe por hora confessada, portanto, um confessionário que esteja disponível por 22h, mesmo que apenas metade dos horários sejam reservados, já é o suficiente para garantir um salário justo.

    • Por que cobrar?

      Diferentemente do que se imagina, as nossas paróquias não possuem campos próprios e nem oficinas próprias para obter os produtos à serem utilizados durante as missas. O pão e o vinho são comprados diretamente de Roma e em grandes quantidades devido ao tempo de deslocamento. Por esse motivo, nós precisamos ter algum soldo disponível destinado a isso. Há também a conservação da Igreja. O outro motivo, quando nossos confessores estão em atendimento, isso corresponde a um trabalho diário, sendo-lhes impedido de trabalhar nos campos ou nas minas. Além disso, eles precisam reservar um dia para suas próprias confissões a fim de melhor atender ao público.

    • Esclarecimentos Finais;

      Os Bispos e Arcebispos estão autorizados em realizar modificações nos preços das confissões e das remunerações de acordo com a as particularidades de cada povoação, no entanto, em caso de ausência de recomendações, todos devem seguir estas recomendações.


      Qualquer dúvida sobre o confessionário, entrem em contacto com o seu Bispo ou Arcebispo, ou então encaminhem uma mensagem ao Primaz.


      +Ad Majorem Dei Gloriam+
      Para Maior Glória de Deus


    Palácio Episcopal de São Jorge,
    Pela Assembleia Episcopal de Portugal,


    Sua Eminência D. Eduardo Cardeal-Próspero
    Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal


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Beatrix_algrave



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MessagePosté le: Mar Déc 12, 2017 9:11 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Uma correção se faz importante. Um detalhe pequeno mas importante, corrigindo aqui, o confessor recebe por hora disponibilizada, pelo que vi nas minhas anotações (e no novo comunicado do Brennos). Ou seja, nesse caso ele vai receber pelas 10 horas, 20 cruzados, quer ele recebe confissões ou não. Nesse caso, a queixa de Dom Vilacovense não procederia quanto ao pagamento, mas quanto a arrecadação ele pode resolver disponibilizando menos horas de trabalho ou mesmo balanceando o valor confissão e o pagamento em 3/1.

Mas enfim, nas cidades maiores isso não se nota, porque as confissões são concorridas e não sobra lugares, mas nas menores e menos populosas, quando sobram lugares dá para perceber essa regras. Enfim, tendo ou não confissões, o confessor recebe por hora trabalhada, seja jornada, ou períodos de 10, 6, duas horas, enfim.
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Evaisto



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MessagePosté le: Mer Déc 13, 2017 1:53 am    Sujet du message: Répondre en citant

A irmã Beatrix chegou a um ponto muito importante, deverá ser analisado por cada Arquidiocese e Diocese pelos Arcebispos e Bispos respectivos e analisar a quantidade de população activa a nível de confessar os pecados, caso seja bastante a população e visto que os Bispos e Arcebispos poderão eventualmente mudar os preços, acho que temos um caminho pela frente até ficar tudo estabelecido de forma correcta e justa para todos.
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Beatrix_algrave



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MessagePosté le: Mer Déc 13, 2017 3:10 am    Sujet du message: Répondre en citant

- Sim, mas é importante também colocarmos limites e abaixo se tem espaço para manobrar frente a realidade. O resto é bom senso e exercício de administração. 3 cruzados para o preço das confissões e 2 cruzados para o salário do Confessor como um teto dá um bom espaço de manobra e ajuste administrativo. Porque quem quiser por o mínimo valor obrigatório como menor, pode, quem quiser receber menos, o faz como um acordo. Mas se sabe que essas são as condições regulamentadas. Uma comunicação boa através dos chanceleres diocesanos com a situação de cada paróquia vai facilitar muito esse processo. Por isso a importância de bispos ativos e conselheiros ativos para auxiliar o trabalho dos bispos.
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Eduardo



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MessagePosté le: Mer Déc 13, 2017 8:17 am    Sujet du message: Répondre en citant

Realmente, era mais complicado do que eu imaginava. Fiz a edição no comunicado, peço que por favor deem uma olhada antes para que eu possa publicá-lo

Citation:


    Recomendações aos Párocos e Confessores

    Orientações para o gerenciamento dos confessionários


    Nós, Eduardo Cardeal-Próspero, Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal, em nome dos prelados que compõe a Assembleia Episcopal de Portugal, por Graça de Jah, Aristóteles e Christos,

    Aos XII dias do mês de Dezembro, do ano da Graça MCDLXV de Nosso Senhor,



    A Assembléia Episcopal de Portugal tem recebido algumas reclamações sobre o uso dos confessionários das nossas paróquias. Para buscar uma melhor maneira de responder aos nossos fiéis e ao clero, estabelecemos alguns esclarecimentos sobre o funcionamento do confessionário e critérios à serem pelo clero paroquial;


    • Sobre o Funcionamento;

      Os Párocos perceberam em vossos gabinetes na Igreja, que há duas opções diferentes para cobrança de soldos relacionados a confissão. O primeiro, corresponde ao salário do Confessor. O segundo, é destinado ao caixa paroquial. Nós recomendamos que seja cobrado 3 cruzados para o preço das confissões e 2 cruzados para o salário do Confessor. O Confessor recebe por tempo disponível, ou seja, tempo de confessionário aberto. Um Confessor que abrir a jornada de trabalho por 10h, ao final do dia, receberá 20 cruzados independente do número de horas reservadas.*

    • Por que cobrar?

      Diferentemente do que se imagina, as nossas paróquias não possuem campos próprios e nem oficinas próprias para obter os produtos à serem utilizados durante as missas. O pão e o vinho são comprados diretamente de Roma e em grandes quantidades devido ao tempo de deslocamento. Por esse motivo, nós precisamos ter algum soldo disponível destinado a isso. Há também a conservação da Igreja. O outro motivo, quando nossos confessores estão em atendimento, isso corresponde a um trabalho diário, sendo-lhes impedido de trabalhar nos campos ou nas minas. Além disso, eles precisam reservar um dia para suas próprias confissões e assim de melhor atender ao público.

    • Esclarecimentos Finais;

      Os Bispos e Arcebispos estão autorizados em realizar modificações nos preços das confissões e das remunerações de acordo com a as particularidades de cada povoação, no entanto, em caso de ausência de recomendações, todos devem seguir estas recomendações.


      Qualquer dúvida sobre o confessionário, entrem em contacto com o seu Bispo ou Arcebispo, ou então encaminhem uma mensagem ao Primaz.


      +Ad Majorem Dei Gloriam+
      Para Maior Glória de Deus


    Palácio Episcopal de São Jorge,
    Pela Assembleia Episcopal de Portugal,


    Sua Eminência D. Eduardo Cardeal-Próspero
    Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal


*Ratificado no dia 13 de dezembro às xx horas.

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Eduardo



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MessagePosté le: Mer Déc 13, 2017 2:57 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:
De Carloseak Data de envio 12 Dezembro 1465 - 22h42
Assunto Salário Confessionário Expira a 31 Dezembro 2017 Saudações Eminência

Espero que ao receberes esta esteja em gozo de boa saúde.
Ao me atualizar acerca dos assuntos da Igreja verifiquei a seguinte orientação:
"Os Párocos perceberam em vossos gabinetes na Igreja, que há duas opções diferentes para cobrança de soldos relacionados a confissão. O primeiro, corresponde ao salário do Confessor. O segundo, é destinado ao caixa paroquial. Nós recomendamos que seja cobrado 3 cruzados para o preço das confissões e 2 cruzados para o salário do Confessor. O Confessor recebe por hora confessada, portanto, um confessionário que esteja disponível por 22h, mesmo que apenas metade dos horários seja reservados, já é o suficiente para garantir um salário justo."
Ao meu ver, não acho justo, Já verifiquei diversas situações onde é solicitada a abertura do confessionário mais vezes e não aparece uma viva alma, ficando o pároco sem remuneração e perdendo seu tempo sem trabalhar em outra atividade.
Sempre sugiro um salário de 17 a 20 cz para o dia trabalhado. O fiz hoje mesmo ao Dom Kalimetro antes de ler as novas da Igreja.
Gostaria que minha manifestação fosse levada em consideração junto a AEP.
Ainda não dispus de tempo para manifestar-me no fórum acerca da Igreja Itinerante. Tenho algums ideias.
Mas isto fica para uma outra oportunidade.
No aguardo de sua manifestação, subscrevo-me.

Cordialmente

Carlos de Carvalho (carloseak)
Vigário Geral da Província de Lisboa
Camareiro da Arquidiocese Metropolitana de Lisboa

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Eduardo



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MessagePosté le: Mer Déc 13, 2017 2:57 pm    Sujet du message: Répondre en citant

Citation:
De Carloseak Data de envio 12 Dezembro 1465 - 22h42
Assunto Salário Confessionário Expira a 31 Dezembro 2017 Saudações Eminência

Espero que ao receberes esta esteja em gozo de boa saúde.
Ao me atualizar acerca dos assuntos da Igreja verifiquei a seguinte orientação:
"Os Párocos perceberam em vossos gabinetes na Igreja, que há duas opções diferentes para cobrança de soldos relacionados a confissão. O primeiro, corresponde ao salário do Confessor. O segundo, é destinado ao caixa paroquial. Nós recomendamos que seja cobrado 3 cruzados para o preço das confissões e 2 cruzados para o salário do Confessor. O Confessor recebe por hora confessada, portanto, um confessionário que esteja disponível por 22h, mesmo que apenas metade dos horários seja reservados, já é o suficiente para garantir um salário justo."
Ao meu ver, não acho justo, Já verifiquei diversas situações onde é solicitada a abertura do confessionário mais vezes e não aparece uma viva alma, ficando o pároco sem remuneração e perdendo seu tempo sem trabalhar em outra atividade.
Sempre sugiro um salário de 17 a 20 cz para o dia trabalhado. O fiz hoje mesmo ao Dom Kalimetro antes de ler as novas da Igreja.
Gostaria que minha manifestação fosse levada em consideração junto a AEP.
Ainda não dispus de tempo para manifestar-me no fórum acerca da Igreja Itinerante. Tenho algums ideias.
Mas isto fica para uma outra oportunidade.
No aguardo de sua manifestação, subscrevo-me.

Cordialmente

Carlos de Carvalho (carloseak)
Vigário Geral da Província de Lisboa
Camareiro da Arquidiocese Metropolitana de Lisboa

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Beatrix_algrave



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MessagePosté le: Mer Déc 13, 2017 4:51 pm    Sujet du message: Répondre en citant

- Irmãos, creio que realmente muitos de nossos párocos ainda não perceberam como funcionam os confessionários e como o seu funcionamento mudou. Com a alta demanda por confissões e pecados não dá para exigir 5 cruzados de doação ao fiel sempre que eles forem se confessar. Com um valor de doação razoável talvez eles até se confessem com mais frequência e não se sintam extorquidos. A impressão que tenho é que se o sistema permitisse cobrar 10 cruzados, muitos cobrariam 10 cruzados. Isso é absurdo . O nome doação, já diz tudo. Nada impede que alguém mais caridoso doe mais. Ao menos agora podemos definir um mínimo aceitável de doações. Mas pôr sempre no máximo para mim é exploração, se não há uma justificativa plausível para além da má administração do confessionário.

O que o pároco tem que decidir é quantas horas ele vai abrir e administrar os anúncios na igreja. Se a igreja local não necessita de 22 horas de confissões duas vezes por semana, eles podem abrir menos horas que isso. Eu realmente não compreendo como as pessoas não percebem uma solução simples para o problema. Será que não notaram que o sistema efetivamente mudou?

Se eu determino o salário de 2 cruzados, ele vai receber dois cruzados por hora trabalhada ao final. Isso vai exceder e muito o valor que um trabalhador receberia na mina por 22 horas de trabalho. Pois ele receberá 44 cruzados, independente de quantas pessoas confessaram. Se eu tenho só 3 confissões por abertura, que eu defina então 6 horas diárias de disponibilidade para o confessionário. Atenderia essas três frequentes e me daria uma margem de segurança. Aqui em Braga, eu abri por 10 horas hoje e já encheu, apesar de ter pessoas ocupando 4 lugares de confissão, o que não é recorrente, e ter gente que não é paroquiano daqui e veio se confessar aqui por carências de suas cidades ou mesmo por estarem de passagem. Cada um doou 2 cruzados obrigatório, que é o que cobro em Braga. Eu não vou receber por pagamento, mas se recebesse 1 cruzado por hora estava mais que bom, pois na mina eu receberia 7,84 cruzados pelo mesmo tempo dado.

Esse é o confessionário hoje em Braga

Citation:
13/12/1465 12:55 : Vous receverez Ladymilady en confession entre 21 et 22 heures. Un don de 2 écus a été fait par Ladymilady pour remercier son confesseur.
13/12/1465 12:55 : Vous receverez Ladymilady en confession entre 20 et 21 heures. Un don de 2 écus a été fait par Ladymilady pour remercier son confesseur.
13/12/1465 12:22 : Vous receverez Crenguta en confession entre 19 et 20 heures. Un don de 2 écus a été fait par Crenguta pour remercier son confesseur.
13/12/1465 12:22 : Vous receverez Crenguta en confession entre 18 et 19 heures. Un don de 2 écus a été fait par Crenguta pour remercier son confesseur.
13/12/1465 12:22 : Vous receverez Crenguta en confession entre 17 et 18 heures. Un don de 2 écus a été fait par Crenguta pour remercier son confesseur.
13/12/1465 12:22 : Vous receverez Crenguta en confession entre 16 et 17 heures. Un don de 2 écus a été fait par Crenguta pour remercier son confesseur.
13/12/1465 11:53 : Vous receverez Petrus_miguel en confession entre 15 et 16 heures. Un don de 2 écus a été fait par Petrus_miguel pour remercier son confesseur.
13/12/1465 11:53 : Vous receverez Petrus_miguel en confession entre 14 et 15 heures. Un don de 2 écus a été fait par Petrus_miguel pour remercier son confesseur.
13/12/1465 11:52 : Vous receverez Petrus_miguel en confession entre 13 et 14 heures. Un don de 2 écus a été fait par Petrus_miguel pour remercier son confesseur.
13/12/1465 11:52 : Vous receverez Petrus_miguel en confession entre 12 et 13 heures. Un don de 2 écus a été fait par Petrus_miguel pour remercier son confesseur.
13/12/1465 11:18 : You shut yourself up in the confessional, ready to listen to the secrets and the most intimate failings of your parishioners.


- Eu ainda devo abrir mais 6 horas ao final do turno. Faço turnos quebrados para que justamente não venha alguém e de cara já pegue todas as confissões disponíveis. Enfim, temos que pensar em tudo.


Outra observação:

Citation:
Há duas opções diferentes para cobrança de soldos relacionados a confissão. O primeiro, corresponde ao salário do Confessor. O segundo, é destinado ao caixa paroquial. Nós recomendamos que seja cobrado 3 cruzados para o preço das confissões e 2 cruzados para o salário do Confessor. O Confessor recebe por hora confessada, portanto, um confessionário que esteja disponível por 22h, mesmo que apenas metade dos horários seja reservados, já é o suficiente para garantir um salário justo."


O dinheiro não se divide no confessionário dessa forma.

Há apenas dois elementos
Remuneração do confessor (o que é pago ao confessor ao final do processo por hora dedicada)
Preço da confissão (o que é doado e de onde virá o salário)

Da diferença entre o que é recebido e o que é pago é que sobrará algo para o caixa da igreja ao final do processo.

O que eles não estão entendendo é que o sistema de pagamento mudou. O salário é calculado por hora trabalhada. Antes o pároco colocava o salário que o confessor recebia ao final. Ou seja, se é 20 cruzados, ele punha lá 20 cruzados. E o confessionário obrigatoriamente corresponderia a uma jornada de 22 horas. Não é mais assim.

Citation:
Ao meu ver, não acho justo, Já verifiquei diversas situações onde é solicitada a abertura do confessionário mais vezes e não aparece uma viva alma, ficando o pároco sem remuneração e perdendo seu tempo sem trabalhar em outra atividade.


O confessor só não vai receber se não houver dinheiro no caixa, e se não há dinheiro é sinal de que o confessionário talvez está sendo mal administrado. Eu creio que é importante fazer um tutorial do confessionário e já o comecei e vou disponibilizar aqui, pois há muito informação desencontrada, e isso atrapalha a administração do confessionário de forma adequada. Será preciso trabalho extra doa bispos parar orientação.
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Eduardo



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MessagePosté le: Jeu Déc 14, 2017 10:31 am    Sujet du message: Répondre en citant

O Carlos nunca foi Confessor, mas está aguardando as eleições para assumir a Paróquia de Lisboa que estava sem Padre devido a demissão do último. O termo "diferente" causou essa confusão nas interpretações. De todo, fizemos mais uma ratificação no comunicado.[/i]
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Eduardo



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MessagePosté le: Jeu Déc 14, 2017 11:02 am    Sujet du message: Répondre en citant

Eduardo a écrit:
Eduardo a écrit:
Essa foi a carta de resposta:

Citation:
Para Jack_rackham Data de envio 12 Dezembro 1465 - 01h47
Assunto Re: padre de aveiro Expira a 14 Janeiro 2018 Estimadi, Jack_rackham,

Agradeço-te por vossa missiva e lamento profundamente a situação. Nós estamos com uma discussão à respeito do confessionário na AEP onde os prelados tem discutido meios de controle para o preço de confissõese vamos lançar alguma nota à respeito nos próximos dias. O Consistório Pontificial Lusófono também está observando a discussão, e deve lançar um decreto regulamentativo nos próximos dias.

Infelizmente nós não temos muitas informações sobre a diocese de Coimbra, uma vez que o último Bispo não tinha controle das eleições da diocese. O Bispo recem-eleito, Evaisto, deve cuidar dessa situação. Sugiro que entre em contato com ele. Para não tardar e como tentativa de mediação, vou entrar em contato com o pároco Vilacovense recomendando-lhe que adicione um preço mais justo para as confissões. Qualquer situação, estaremos sempre disponível.

Que Jah lhe abençoe,
Eduardo


E essa foi enviada ao Pároco
Citation:

Para Vilacovense Data de envio 12 Dezembro 1465 - 01h56
Assunto Confessionário Expira a 14 Janeiro 2018 Caro Reverendo, Vilacovense,

Espero que esteja tudo bem consigo, com a graça de Deus. Nós recemos uma reclamaçao à respeito do preço das confissões por um morador de Aveiro, reportado-nos que foi cobrado 5 cruzados por hora de confissão. Nós recomendamos sempre que seja cobrado no máximo 2cruzados, uma vez que os fiéis sempre precisam reservar mais de um horário para as confissões. No final do dias, isso é suficiente para um salário justo.

Nós ainda não temos uma regulamentação à respeito, ficando a encargo do Bispo gerir o preço das confissões, mesmo assim, peço-te para não cobrar mais o valor máximo. Qualquer dúvida ou esclarecimento, estaremos sempre disponível.

Que Jah lhe abençoe,
Eduardo Cardeal-Próspero
Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal


Recebemos a resposta do Pároco de Aveiro.
Citation:

De Vilacovense d'i Corleone, Marquês de Montebelo, C Data de envio 12 Dezembro 1465 - 08h36
Assunto Re: Confessionário Expira a 31 Dezembro 2017 Nobre Eduardo

Não sei se tem noção mas nem toda a gente vai ao confessionário , e eu estou a dar 3 dias de confissões o dia todo , por exemplo ainda num dia deste tive apenas tive 3 fieis , o que corresponde a 15 cruzados , não é pelo dinheiro que faço isso e não é por um infiel chamado Jack que me chama de xulo que vou mudar.
Como sabe não existe regulamentação , aliás antes de eu me ter candidatado a este cargo e a população ter votado em mim não havia se quer missas , quanto mais confissões. Outro ponto é que nem os padres precisam de ser padres , pode ser qualquer um a fazer de padre. Eu mesmo não sou , como pode verificar renunciei á igreja á muito tempo, apenas estou a fazer isto para ajudar.
Continuação de um bom dia

Vila


Hoje eu também respondi ao Pároco de Aveiro, pois infelizmente não poderia deixar sem resposta. Devido a dificuldade de encontrarmos pessoas dispostas em ajudar nas paróquias, alguns confundem o vossos papeis imaginando que podem gerir as paróquias ao seu bel-prazer.

Citation:

Para Vilacovense Data de envio 14 Dezembro 1465 - 09h58
Assunto Re: Re: Confessionário Expira a 21 Janeiro 2018 Caro Reverendo Vilacovense,

Peço-te desculpas pela demora em responder-lhe. Seguindo vossas orientações, fiz a pesquisa para verificar se vossa declaração em ralção a renúncia dos votos sacerdotais são procedentes, o que infelizmente não é. Eu não o conhecia até enviar-lhe a primeira carta, mas percebo que o comportamento cordial não faz parte de vossa instrução. De todo, nós sabemos lidar com esses tipos.

Muito bem, no que diz respeito à gestão das paróquias, não cabe ao senhor discutir isso. Nós tivemos uma atualização na qual há permissões para que todas pessoas se candidatem à pároco, porém só terão vossas nomeações efetivas e candidaturas reconhecidas, aqueles que são Teólogos de Formação (Curso Primário). A preferência é sempre para os Teólogos InGratebus que são Sacerdotes Ordenados, seguidos dos Teólogos InGratebus que não são sacerdotes, depois ao Diáconos, e por último, em caso de ausência, um Curador. Tudo isso já foi discutido e deliberado. Por isso é importante, que quando se propõe à desenvolver um cargo, se informe a respeito antes. [http://forum.osreinos.com/viewtopic.php?p=91476073#91476073].

Sobre o fato de nem todos irem as Confissões. Devo informar que o papel do Pároco e do Confessor, não é figurativo. É preciso ter um mínimo de senso de gestão para observar o fluxo de procura no confessionário e assim poder melhor gerir o tempo de confissões. Se uma povoação não necessita de 22h de confessionário, o senhor não precisa abrir. Acredito que o problema das pessoas não irem ao seu Confessionário é de falta de informação e gestão de vossa parte. Se informa-se com antecedência e tivesse uma agenda, talvez o fluxo seria maior.

Sobre o preço das Confissões, eu sugiro que cumpra com o que eu falei. Passará a cobrar 2 cruzados. A vossa informação dizendo que recebeste 15 cruzados por 3 dias de trabalho, não confere. A última atualização, o confessor passou a receber por jornada disponível. Logo, um confessor que colocou 22h de confessionário aberto, por um salário de 2 cruzados, receberá 44 cruzados independente do número de horários reservados. Por isso, cobrar 5 cruzados por Confissão, como estas à fazer, é abuso. [http://forum.osreinos.com/viewtopic.php?p=91635211#91635211]

Voltando ao assunto do começo, como disse, eu não o conheço e nem sabia de vossa existência. Mas após fazer uma pesquisa no acervo do Consistório Pontifical, notei que de fato o senhor é sacerdote ordenado da Santa Igreja. De fato, apresentou pedido de renúncia dos votos, mas este foi negado à época pela Santa Sé. Com a última atualização, essa deliberação passou a ser do Consistório Pontifical, qual eu presido na condição de Cardeal Nacional Eleitor. Se quiseres, podemos dar entrada em vosso pedido de renúncia de votos, mas claro que sem antes fazermos uma completa investigação para verificarmos como foi vossa conduta entre o período em que apresentou o pedido, qual foi negado, até hoje. Assim saberemos se não desrespeitou vosso compromisso juramentado na elevação à sacerdote. Para dar entrada no novo pedido, precisas enviar uma carta privada por Roma para o Cardeal Nacional Eleitor, detalhando os motivos da renúncia.[http://rome.lesroyaumes.com/viewtopic.php?t=41675&postdays=0&postorder=asc&start=0]

Sobre o senhor Jack, qual eu também não conheço, o senhor pode apresentar uma queixa por injúria contra ele no tribunal condal, e na justiça da igreja caso ele seja baptizado. De todo, não é ele quem está pedindo para que baixe o preço das confissões. Na verdade, está é uma ordem direta da Assembléia Episcopal e do Consistório Pontifical Lusófono que espero que cumpras. Infelizmente tens razão sobre a inatividade da diocese de Coimbra e da Igreja de Aveiro. O último Bispo não conseguiu gerir muito bem, problema qual nós já estamos resolvendo. É por essa razão que tivemos paróquias como Aveiro com pessoas desqualificadas desempenhando cargos importantes.

Espero sinceramente que na próxima vez que entrares em contacto comigo, trate-me com a devida formalidade que a minha posição exige. Qualquer dúvida ou esclarecimento, estamos sempre disponíveis.

Que Jah o abençoe,
Eduardo Cardeal-Próspero
Cardeal-Arcebispo-Primaz de Portugal

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Pela Graça de Deus, Sua Majestade Real D. Eduardo I de Portugal, Rei de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar
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